quarta-feira, 6 de março de 2019

Orçamento Alimentar e as Compras


Quanto gasto por mês em comida é provavelmente uma das  questões que mais me colocam quando falo em compras...
E é muito difícil podermos comparar-nos com alguém. Tem tudo a ver com hábitos de consumo, locais onde fazemos compras, do nosso agregado familiar, e até da zona do país onde moramos.
Apesar de sermos 5 aqui em casa, os miúdos ainda comem relativamente pouco, principalmente para considerar carne/peixe. Nesse campo é quase como se fizesse comida para 3, sendo que nós também temos diminuido a quantidade que comemos. Não deixamos, nem queremos deixar de comer carne ou peixe, mas também não temos necessidade de comer 2 costeletas cada um...Mas comemos muitos vegetais e fruta, muitso produtos biológicos, compro carne certificada quase sempre, e peixe de mar preferencialmente. Recebo um cabaz de produtos hortícolas semanal, e compro quase todos os restantes hortícolas e fruta na frutaria perto de casa. Os restantes frescos também evito as grandes superfícies, que actualmente servem essencialmente para eu comprar produtos de higiene e limpeza, fraldas e algumas mercearias.
Compro carne de vaca num cabaz de carne certificada aqui da região (se quiserem saber mais veja aqui: www.carnemarinhoa.pt) e a restante no talho do supercor que não troco por nada. É em Coimbra o único local onde encontro carne de porco nacional certificada. O peixe também opto sempre pela peixaria do Supercor ou pelo cabaz do Peixinho da Lota (www.peixinhodalota.pt)
As restantes mercearias, e porque compro cada vez mais produtos biológicos, gosto particularmente do Aldi e do Lidl pela excelente relação qualidade preço. Fora isso também compro muitas coisas numa pequena loja biológica e a granel, a “Grão Natural”, que fica quase ao lado da frutaria onde costumo ir, a “Superfrutas”
Nem sempre foi assim, É assim nos últimos tempos, e como tudo, poderá alterar-se a qualquer altura. Mas estes são actualmente os meus locais preferidos para compras, cada um na sua categoria.

Como podem ver, fracciono imenso as minhas compras, e pela minha experiência sei que não é de todo mais barato comprar tudo no mesmo lugar, já para não dizer que a qualidade de alguns produtos faz mesmo muita diferença.

Na nossa lista de compras habitual, passaram a existir coisas que anteriormente não existiam (para quem não chegou a ver, há um post de há uns meses sobre a diferença da minha lista de essenciais de quando iniciei este blogue e a actual!) e há, como já disse um cuidado cada vez maior por comprar “a melhor qualidade que o nosso orçamento permite”. Compro muitas coisas biológicas, cada vez mais, carnes certificadas, peixe de mar, mas equilibro comprando peixes de mar mais baratos, como carapaus, pargo, polvo, cavalas,.... em vez de douradas e robalos, por exemplo. Assim como a opção por uma melhor relação de preço qualidade de produtos biológicos de cadeias como o Aldi ou Lidl, onde, por exemplo, um iogurte natural biológico custa 0,29€ (quase o mesmo que um iogurte natural normal). Vão-se fazendo concessões, porque todos nós temos um orçamento que não podemos ultrapassar...

Como opto por fazer imensas coisas em casa como bolachas, bolos, granolas, sumos naturais, manteigas de frutos secos... são coisas que raramente compro. Também não compro sumos a não ser para as festas, nem cereais de pequeno almoço, e quase nada de comida processada, enlatados (tirando atum, leite de coco e tomate pelado) ou pré pronta, o que nos liberta orçamento para outras escolhas alimentares. Mas há sempre umas tostinhas biológicas que os miúdos e algumas barritas de frutos secos que são práticas para snacks assim como as frutas biológicas de beber....

No fundo tento fazer o melhor que consigo com o orçamento que tenho disponível. Cá em casa gasta-se em alimentação e SÓ em alimentação uma média mensal de cerca de 350 euros. O número não está aqui para se fazerem comparações de muito ou pouco. Tal como disse, cada um faz o melhor com o orçamento que tem disponível, e compra o melhor que consegue com o que tem.
Fazer escolhas melhores nem sempre é fácil e nem sempre é mais “barato”, e deixar de comprar coisas que não são tão boas e que nem fazem grande falta em detrimento de verdadeiros alimentos e melhores escolhas depende apenas da vontade de cada um.


São daqueles que acham que gastam demais em alimentação? Preferem tudo num só local ou dividem as vossas compras por vários locais? Que hábitos de consumo têm mudado ao longo dos tempos?

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Festas Familiares em Casa - O primeiro aniversário da Benedita



Faz agora 1 mês que a Maria Benedita fez 1 ano. Apesar de ter calhado numa altura em que os miúdos estiveram doentes e ter sido uma altura difícil por causa disso, não podia deixar de haver uma festa para comemorar o primeiro ano de vida da bebé cá de casa.
Simplifiquei as coisas as máximo. A festa era apenas para familiares e amigos chegados ( e mesmo assim eramos 30 pessoas) mas acabamos por decidir tudo quase na véspera de a fazer, porque a Beendita esteve doente quase até à ultima, e não havia vontade nem cabeça de fazer uma festa - quando se faz tudo em casa ainda pior - com uma criança doente. A Benedita acabou por melhorar, e assim que a festa, que esteve quase para não acontecer, foi decidida literalmente de um dia para o outro.
E o que fazer, para 30 pessoas, de um dia para o outro?
Fui partilhando um “passo a passo” no instagram (e se ainda não em seguem lá têm perdido algumas coisas!) e várias pessoas acharam que merecia aqui um post aqui no blogue para memória futura.

A regra é sempre simplificar e planear. Mesmo em cima da hora, planear é essencial.
A primeira coisa que decidi é que iria ser um lanche ajantarado e a ementa do mesmo.

Também ajuda imenso não querer fazer festas temáticas, com mesas temáticas, bonequinhos e afins. Nada contra. Mas quando se pretende uma festa mais familiar, eu prefiro optar por tudo mais sobrio e simples. E costumo resultar. Deixo aqui algumas dicas do que fiz

A decoração:

  • Manter tudo muito simples. Na verdade não havia decoração nenhuma, à excepção de um balão enorme com o numero 1, (cor rose gold) que “decorava” a mesa das sobremesas e do bolo, e flores frescas na mesa principal. De resto preferi tudo mais “sobrio”. A mesa de madeira sem toalha e várias travessas bem decoradas com a comida sobre a mesa.

O espaço:

  • No verão, ou com bom tempo, temos sempre a possibilidade de levar a festa para o jardim, mas em finais de Janeiro, era impossível. Portanto, numa festa com tanta gente na nossa sala, exige sempre alguma reorganização do mobiliário, para tornar a sala mais espaçosa e de modo a que as pessoas circulem da melhor forma. No nossa caso, mudamos o sofá de lugar, contra a janela, de modo a criar um espaço o mais aberto possível, assim com o móvel que temos atrás do mesmo sofá - que acabamos a usar como aparador para colocar pratos, talheres e guardanapos.  A mesa é colocada no centro da sala, para que as pessoas circulem de forma mais fluída e se consigam servir e alcançar tudo o que necessitam sem ser necessário grandes atropelos.

  • Para simplificar usamos todos as superfícies disponíveis para apoio: no caso um aparador para pratos, talheres, taças e guardanapos, e ao lado uma mesinha com uma “coffee station”, com a máquina de café, chávenas, açúcar e colheres. Num outro aparador criamos a zona de bebidas, com as bebidas e os copos. Normalmente deixo os pratos empilhados por tamanhos, guardanapos num suporte, e os talheres dentro de recipientes, como pequenos vasos ou até frascos vazios, tudo facilmente ao alcance de todos. E acho sempre mais simples criar isto em zonas diferentes - uma para os pratos e outra para as bebidas - de modo a que as pessoas não se acumulem todas numa só zona.

  • Temos uma mesa extra que colocamos na sala e que serve depois para a mesa das sobremesas, e a nossa mesa da sala de jantar serve para tudo o resto.

  • No meu caso é impossível sentar à mesa todas as pessoas, pelo que o lanche/jantar decorre em modo volante, sendo que toda a comida a servir convém ser pensada para esse efeito.

A comida:



  • Desta vez tive muito pouco tempo para fazer coisas muito elaboradas, e a ementa foi realmente simples e muito descontraída. o mote para o “jantar” foi bifanas e caldo verde! A ideia de servir o “jantar” em forma de sandes já usei várias vezes e acho bastante prática e divertida e muito informal, que é o que se quer neste género de reuniões familiares. Não dá muito trabalho, e pode sempre ser comida de prato para alguém que prefira. Desta vez fiz um panelão de bifanas à moda do Porto, e no dia comprei pão fresco, que estava ao lado, em cestos, já aberto para as pessoas se servirem. A sopa é algo que gosto sempre de ter, Desta vez o caldo verde foi o escolhido porque faz um belo conjunto com o caldo verde. Sendo este o jantar, não o sirvo logo. Quando as pessoas chegam, a mesa está posta com petiscos e entradas várias, e só depois levo o “jantar”, que depois deixo ficar na mesa para que as pessoas se sirvam de acordo com as suas preferências.



  • Tinha então na mesa várias coisas muito simples que não em tomaram muito tempo a preparar (tempo que não tive desta vez!). Tábuas de queijos vários e enchidos. Com azeitonas, pães variados cortados. Os queijos também já convém irem cortados para a mesa, assim como os enchidos/charcutaria. Diz-me a minha experiÊncia que é pouco prático e as pessos tendem a não comer tanto se os queijos estiverem ainda por abrir. Preparei várias travessas todas diferentes com queijos variados, chracutaria variada, pães e tostas variadas, uvas, figos secos, tomates cereja, montinhos de rucula com parmesão, tremoços. Fiz também travessas com requeijão, compota, nozes e mel. Travessas de ovos cozidos e maionese caseira de caril. Fiz duas empadas folhadas, uma de alheira e espinafres, e outra de queijo, fiambre, molho de tomate e oregãos que servir já cortadas em bocadinhos nas travessas, além de uns wraps com frango e legumes que foram um sucesso e de umas moelas estufadas. E tudo isto estava já na mesa quando os convidados chegaram, além das bebidas que já estavam a postos no seu local. (Apenas uma pequenas nota: quando fazem tábuas de queijo e enchidos, não se esqueçam de os retirar do frigorífico algumas horas antes de servir. Tal como os vinhos, os queijos precisam de atingir a temperatura ambiente para estarem no seu pleno de sabor e textura. Portanto, nada de servir um queijo acabado de sair do frigorífico!)



  • A mesa dos doces tinha além do bolo de anos, que eu também fiz, e que é sempre a peça central dos aniversários, alguns favoritos das pessoas cá de casa: quindins, tarte de amêndoa, mousse de chocolate, natas do céu e uma outra sobremesa que experimentei pela primeira vez. Tudo receitas simples de “misturar e já está”! As sobremesas que não precisam de frio, deixo logo na mesa. As restantes trago quando percebo que já está na hora, ou pouco depois de levar também o “jantar”.

As bebidas:

  • Temos sempre jarras de água e de sumo. Coca-cola, espumantes vinho tinto, vinho branco, verde e cerveja. Para manter as bebidas frescas durante a festa, (e evitar o vai-vem ao frigorífico) temos uma tina de lata grande (creio que é uma floreira do IKEA) que enchemos de gelo, e onde colocamos as bebidas que precisam de frio. Assim as bebidas estão à disposição de todos, que se servem à sua vontade.



Para mim, não o mais importante é que tudo seja simples e bonito, e não me importo que não tenha grandes decorações, mas claro que cada um adapta às suas preferências e necessidades, sendo que as ideias gerais que aqui deixo nada têm a ver com decoração, mas sim com a organização que é aquilo que mais me pedem quando falo neste tipo de festas que faço cá em casa. Espero que vos seja útil, e que partilhem também alguma dica importante que tenham e que não tenha sido referida!

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Já estamos quase em Março de 2019


Já passou o Natal, e a passagem de ano, e o novo ano já conta com quase dois meses completos de avanço.
Por aqui foi como sempre, altura de muito trabalho até ao natal, e depois de ter umas mini férias com os amigos, no fim de semana da passagem de ano, para recarregar baterias para começar o novo acho com novas resoluções, ideias e projetos.
E depois a vida foi correndo e algumas coisas, como escrever aqui, foram sendo adiadas. Não por falta de ideias, mais por falta de vontade, entre miúdos doentes, a azáfama normal cá de casa e os workshops que entretanto começaram.

Mas já é mais do que tempo de recomeçar. E, apesar de o ano já ter começado, nunca é tarde para falar daquilo que queremos para o ano que esta ainda no início.

Já o ano passado me tinha decidido numas novas resoluções. Gosto da ideia de um ano novo e de mudar a página, e de ter vontade de alterar coisas com as quais ou já não me identifico, ou com as quais já não me sinto tão bem, ou que não me acrescentam nada de novo. Resoluções para seguir em frente, para ser mais feliz, para viver melhor comigo e com os outros.
E este ano voltei a fazer uma lista de pequenas mudanças e resoluções. São sempre coisas muitos simples, que só dependem de nós, e que refletem o que senti falta, ou tenho sentido falta nos últimos anos, ou as coisas que quero mudar para melhor e me fazem sentir melhor e mais completa.

Comecei o ano a destralhar. Eu sei que a palavra está na ordem do dia! Mas dar uma volta às coisas que estão a mais em armários e gavetas, que já não tem utilidade para nós, e muitas vezes acompanhadas de coisas que estão velhas e estragas. Separar o que já não queremos e fazer o monte do lixo, do que é lixo mesmo ou está velho e estragado, e das coisas que são boas para doar ou até vender em segunda mão.
Comecei pelas minhas coisas, roupa que já não usava, carteiras e sapatos. Passei para a roupa da cozinha, dei volta a todos os armários da cozinha.
Entretanto chegou fevereiro e descobri o desafio dos #28diasadestralhar no instagram (e que podem saber mais no perfil da @claudiagoncalvesganhao) , mas que basicamente consiste em destralhar cada dia o numero de objectos correspondentes a esse dia. Ou seja, dia 1 de Fevereiro, 1 objecto, dia 2 de Fevereiro, 2 objectos e assim sucessivamente até dia 28 de Fevereiro em que se destralham 28 objectos. Como já estava nessa onda foi continuar. E aos poucos destralhar gavetas e armários cheios de coisas de que não precisamos mesmo cá em casa e fazer chegar as que estão em bom estado, a quem delas realmente precisa. A minha amiga Cláudia fez-me o favor de levar uma grande parte   para o local onde faz voluntariado a ajudar quem precisa, principalmente roupa de vestir e roupa de casa. Há outras caixas de artigos domésticos que já têm destino, e que aguardam, a um canto d garagem serem levados para onde precisam.

E enquanto vou destralhando, à medida do meu tempo e da minha disponibilidade, decidi dedicar um pouco mais do meu tempo a mim. Decidi que queria lêr mais. Eu, amante e “devoradora” de livros, nunca li tão pouco como nos últimos anos. Este ano impus a mim mesma o desafio de ler pelo menos 1 livro por mês. Fevereiro está prestes a acabar, e eu prestes a acabar o terceiro livro do ano.... Onde encontrar tempo para ler? Tenho tentado gastar menos tempo em redes sociais (que são também parte do meu trabalho...) e . “roubar” um pouco ao instagram, por exemplo, naquela parte em que já não é tanto trabalho mas cusquice.... E aproveitar as várias viagens de comboio  para Lisboa e Porto nos dias de workshops para dar um avanço. E os tempos de espera nos mais variados locais... em vez de tirar o telemóvel da carteira, passei a andar sempre com um livro atrás. Resta-me também dizer que “roubei” também ao tempo a ver séries no netflix e no HBO. Afinal, não se pode ter tudo.
E de pequenos passos em pequenos passos, decidi também que a chegada aos quarenta merecia cuidar mais de mim. Sempre fui desleixada em coisas tão simples como colocar creme hidratante depois do banho, ou creme hidratante no rosto. Passei a fazer isso como se uma obrigação se tratasse. Se lavamos os dentes todos os dias e não pensamos sequer em nos deitar sem cumprir esse passo, porque não fazer o mesmo com cuidados básicos de beleza. Pode parecer mundano e fútil, mas eu acho importante fazer estas pequenas coisas por mim, e só por mim. São resoluções ao alcance de todos. Lavar a cara e colocar creme hidratante demora menos de 5 minutos....

Ainda das resoluções do novo ano, continua a preocupação com reduzir plástico (foi uma das resoluções do ano anterior) e ser mais consciente nas escolhas alimentares. Comer mais e mais variados vegetais e incutir isso nos miúdos. 
Manter o meal prep que faz tanto por simplificar o meu dia a dia e me permite poder disfrutar mais e melhor dos miúdos ao final do dia.
Perceber que para mim as rotinas fazem sentido e que sou muito mais metódica e até fico mais calma  quando as faço já de forma rotineira, e organizar todas as coisas cá de casa dessa mesma forma.

E depois há ainda aquelas resoluções das pequenas mudanças que gostaria de fazer cá em casa, projectos adiados desde que viemos para cá morar, e que todos os anos fazem parte da minha resolução, mas que ainda não foram feitas - ou vão sendo feitas muito devagar. E os locais onde queremos ir com os miúdos....

As minhas resoluções poucas vezes têm a ver com “coisas” que se adquirem. São quase sempre mudanças de atitude. Ser mais paciente, ter mais tempo, desprovermo-nos de objetos que não nos fazem falta, não me preocupar com o que/com quem não vale a pena. Dar importância a pequenas coisas. Viver mais devagar. Poder continuar a fazer o que gosto.Ser em vez de ter.

A entrar no terceiro mês do ano deixo-vos as minhas resoluções para este ano, mas que poderiam ser de qualquer ano, de qualquer pessoa. 

E vocês, têm resoluções deste tipo? Já implementaram alguma?

Nunca é tarde para tentar, fazer e recomeçar.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

4 dias para o Natal


Foi uma maratona. Cabazes prontos e alguns já a serem entregues hoje e no fim de semana. Os postais que começaram a chegar (Mesmo no natal estão a funcionar bem os nossos correios e o serviço correio azul!) Os outros presentes já embrulhados e prontos a entregar há algum tempo.
Agora é tempo de preparar a festa de hoje. Há que ir às compras, e aproveitar já para trazer o borrego e o cabrito do natal para evitar ir ao supermercado no fim de semana (espero não precisar de nada mais!) Fazer listas de compras é fundamental, para depois não faltar nada e podermos fazer tudo sem interrupções.

Depois é nova maratona na cozinha. Fazer o máximo que conseguir de véspera. Pensei numa ementa um bocadinho diferente, uma vez que daqui a três dias estamos a comer as coisas típicas de natal. Mesmo para o natal, espero aproveitar o fim de semana para fazer algumas coisas, porque já se sabe que a confusão na cozinha em dia 24 é enorme. 

Há vários ovos e açúcar e farinha para que não falte nada. Há listas de coisas: a fazer para a minha festa de sábado, e a fazer para o natal. Porque quero que falhe o mínimo. Porque gosto de me preparar assim para estas tarefas na cozinha.

O natal está mesmo à porta. Provavelmente no domingo ainda fazemos bolachinhas com os miúdos para presentes de ultima hora. Provavelmente vamos ver um filme todos no sofá. Vamos aproveitar esta época mágica  que anseio todos os anos.


E por aí? A 4 dias no natal o que se faz?

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

5 dias para o Natal



Postais enviados. Alguns cabazes já prontos, e quase, quase tudo terminado....

A 5 dias do Natal, e com o almoço de dia 25 de Dezembro para 20 cá em casa, há que pensar na ementa, nas compras e na decoração.
A ementa está pensada e definida. A lista de compras feitas. Falta ir às compras e definir pormenores.
Antes disso, para sábado, há mais uma festa aqui em casa - para celebrar o meu aniversário com os amigos, e ao mesmo tempo uma espécie de festa de natal, que é o que dá fazer anos nesta altura!

Para a festa também está tudo definido, e é também uma maneira de testar receitas para o Natal - pelo menos alguns doce e entradas.

Para quem tem muitas festas de natal. com a familia ou com os amigos, fora do dia 24 e 25, aqui ficam algumas sugestões de coisas que se podem fazer.

Para sábado, vou fazer um lanche ajantarado muito informal e descontraído. 
Uma receita de carne de porco cozinhada lentamente no forno que depois de “desfia” (pulled pork) uma maionese caseira aromatizada, uma salada de couve ou semelhante para companhar e pães variados para servir (ou wraps!) E temos prato principal.
Tábuas de queijo e enchidos para entradas. Assim como algumas empadas caseiras ou rissois, patês variados, tostas, guacamole, azeitonas temperadas, compotas, frutos secos, e saladas frias.
Uma sopa quentinha que pode ser feita de véspera e basta aquecer na hora e servir em chávenas ou copos pequenos.
E depois um buffet de sobremesas, que se o tempo me permitir será em doses individuais, apenas porque sim. E o bolo de anos.
Vinho, sumos, espumante, cerveja, gin.... e coffee station que nunca falta cá em casa.

Apesar de parecer muita coisa, é algo que se prepara sem grande trabalho e rapidamente e, que de uma maneira geral todos gostam.
E este tipo de entradas são perfeitos para grupos grandes de pessoas, porque não precisam de muito tempo de preparação e se faz no dia. E são perfeitas como entradas para o dia de Natal, principalmente para familias grandes.
 As sobremesas e a sopa estão prontas de véspera e no dia o porco faz-se sozinho.

E só depois de tudo isto, se começa a preparar o resto do Natal. Mais compras, mais preparação que começa a 23 de Dezembro mas, que o grosso do trabalho é dia 24 de Dezembro!


Mais dicas? Alguém têm?

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

6 dias para o Natal


Os cabazes são, sem dúvida a minha “imagem de marca”. Mas além dos cabazes com as bolachinhas, marmeladas, compotas e outras coisas que vou fazendo e variando ao longo dos anos, este ano decidi incluir umas coisas muito simples, e que eu acho engraçado.
Temos no nosso jardim algumas ervas aromáticas. Há algumas que dão mesmo muita quantidade e que crescem imenso. É o caso do Chá Principe, do louro, do piri-piri (que estava carregadinho) e do alecrim. 

Então, este ano, decidi oferecer no cabaz, juntamente com os mimos que faço, mimos do nosso jardim. Há portanto, ao lado das bolachinhas e das compotas, saquinhos com chá principe, outros com malaguetas, folhas de louro e ainda alecrim seco para utilizarem nos cozinhados. É apenas um mimo, mas uma forma de dar utilidade à abundância do nosso jardim e de complementar os nossos cabazes. Alem disso a custo quase zero.

Como tenho imensas latas que acabei a reutilizar - e sempre muitos frascos - vou fazer uns “cabazes” só de produtos de jardim para dar a algumas pessoas de modo a complementar presentes comprados. 

É uma sugestão que deixo a quem tenho jardins e quintais e abundância de pequenas coisas que possam assim se transformar em “presentes”.


A minha avó Cila, por esta altura oferecia sempre saquinhos com erva cidreira seca do quintal! Acho que foi daí que veio esta ideia!!

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

7 dias para o Natal



A azáfama tem sido imensa, e eu não tenho mãos a medir. A semana que passou foi realmente complicada e deixou-me sem tempo para vir aqui. Entre uma ida à RTP para falar de presentes de comer e finalizar os últimos workshops de Natal no fim de semana, apenas houve tempo para começar a preparar alguns dos meus cabazes de natal.
Saiu a primeira fornada de bolachas de Natal - as de laranja da D. Hortense, a minha habitual compota de Abóbora, e os primeiros bolos rainha. E ontem, para começar bem a semana foram os meus anos, e entre tudo o resto o tempo ficou curto para escrever por aqui.

Entretanto estão já todos os presentes embrulhados e separados por sacos para cada uma das famílias, para assim não se perder nada. Acabei a reutilizar uns sacos de plástico transparentes enormes que tinha aqui por casa, que depois decorei com um laço de fita vermelha. 


Numa ida às compras encontrei umas assadeiras pequenas e amorosas em louça, a 3 euros e comprei 4. Decidi que vou oferecer a algumas amigas uns mini cabazes, só com compota de abóbora, bolachinhas e pouco mais dentro destas pequenas assadeiras, que fazem as vezes de um cestinho ou “cabaz”. Vou fechar com papel celofane e laçarotes, claro está.
Os restantes cabazes vão então ser colocados nas caixas e latas que andei a forrar, de modo a reutilizar ao máximo os materiais e coisas que tenho aqui por casa.

Este ano além das etiquetas - e estou a utilizar tudo o que me sobrou de anos anteriores - estou a escrever imensas coisas nos frascos e saquinhos com a caneta de giz liquido não só para aproveitar o que tenho em casa, mas porque não tenho tanta disponibilidade de tempo. No entanto, acho que os frasquinhos e saquinhos estão a ficar amorosos, e sempre vario do que tenho feito nos últimos anos.

Tal como todos os anos, vamos enviar os nossos postais de natal com uma foto nossa de família. ao pé da arvore de natal. No entanto, vamos ver se os postais este ano chegam antes do natal. Apenas tiramos a foto no sábado, e só ontem os fui mandar fazer. Vai ser apertadinho mas, mesmo que cheguem depois do natal, ainda chegam a tempo das festividades. Estou também a pensar agrafar um postal de natal (mandei fazer a mais) nos sacos onde coloquei as prendas por família. Assim, facilmente identificam de quem são as prendas, até porque algumas poderemos não ser nós a entregar pessoalmente.

Faltam-me finalizar TODOS os cabazes, mas queria acabar tudo até sábado. Tenho mais umas quantas fornadas de bolachas para fazer, e uns caramelos cremosos, nutelas caseiras - tudo receitas já no blogue -  e uns “barks" de chocolate (cuja receita estará no blogue esta sexta feira!).


E depois tenho o natal para preparar, porque este ano vamos ser perto de 25 pessoas cá em casa. Mas também aí vos espero dar umas sugestões!