terça-feira, 8 de novembro de 2016

46 dias para o Natal


A época de Natal aproxima-se muito depressa! Faltam menos de 2 meses é é preciso estar tudo a postos.
Por aqui as listas estão feitas. Dos presentes já comprados e dos que ainda falta comprar.
Das receitas para os cabazes. Dos materiais a comprar para os cabazes.
E de todas as outras coisas que quero fazer: do calendário de advento deste ano, bem como dos ornamentos de natal personalizados para a nossa árvore.
Este ano quero já tentar fazer com o Zé Maria a decoração dele personalizada para a árvore de natal, e gostava de preparar um calendário de advento em que ele já se sentisse também incluído, seja em pequenas tarefas para fazermos juntos - ainda que não seja todos os dias - seja apenas na “contagem” para o natal. Ainda estou a pensar no que vamos fazer, e essa tem sido este momento a minha prioridade natalícia. Em breve conto-vos tudo, também para vos dar algumas ideias para fazerem com os vossos miúdos.

Faltam-me comprar ainda quase todos os presentes para os afilhados e sobrinhos. E continuo sem ideias de onde vou colocar os meus cabazes este ano...

Para quem faz cabazes de natal o tempo já começa a ser curto. Nesta altura o o ideal é ja terem as compotas e chutneys feitos e começarem a pensar nos licores - caso os façam, de canela, café ou limão, antes que seja tarde.
Por aqui, uma vez que já escolhi as etiquetas que vou usar este ano, vou começar a rotular as compotas e chutneys que já tenho. Só me falta mesmo fazer a tradicional compota de abóbora, mas nesse campo já estou despachada.
Este ano não há licores para ninguém! Estou mais inclinada para guloseimas e outros mimos de comer.
Entretanto já comecei a comprar fitas e comprei também uns sacos amorosos no Tiger, em feitio de Pai Natal - 4 saquinhos 1€. São amorosos para colocar umas bolachinhas ou guloseimas para oferecer aos primos mais novos ou simplesmente para pequenos presentes. A 0,25€ cada acho que são uma bela comprar. Na Tiger (garanto que não sou patrocinada, mas apenas acho que vale a pena partilhar estas "descobertas"!) existem também fitas de cetim vermelho, fita de sisal verde, vermelho e cru, tudo também a 1€. São perfeitas para decorar frascos, fechar cabazes e decorar latinhas e sacos. Eu já trouxe algumas para casa, e provavelmente vou voltar lá para a semana a ver se j´s têm outras novidades.


A partir da próxima semana estou a pensar deixar-vos algumas sugestões de presentes de comer. Até lá, todas as sugestões e ideias para os cabazes de natal serão muito bem vindas! Quem já tem ideias e está disposto a partilhar?

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Acondicionar sobras e outra comida. Vidro ou Plástico?


Uma das minhas mais recentes “manias” foi começar a substituir algumas das caixas plásticas mais antigas por recipientes de vidro, para acondicionar comida e sobras das refeições.
Há várias vantagens. Para não falar da questão para a saúde, e de algumas questões que se têm levantado em relação à libertação de substâncias perigosas que o plástico pode libertar para a comida, principalmente quando a colocamos quente nos recipientes ou quando aquecemos a comida no microondas em caixas plásticas, há outras vantagens.

O vidro é muito mais simples de lavar. Sou só eu que tenho um “trauma” com caixas plásticas e alimentos gordurosos? São muito difíceis de lavar, e mesmo com um bom detergente e água quente ou mesmo na máquina, nem sempre ficam bem desengorduradas. Com alguns alimentos, ficam manchadas e essa coloração não sai com grande facilidade.

Mesmo que não tenham por habito aquecer a comida (sobras ou a marmita) nas caixas plásticas, se tiverem de colocar num outro recipiente próprio, estão a sujar o dobro da louça: a caixa plástica e o recipiente para aquecer e ir à mesa.
Aos poucos vou comprando algumas caixas de vidro com tampa.
Para colocar a sopa e as sobras das refeições que sei que vou acabar por aquecer. Vai direto do frigorífico para a mesa. Menos louça para lavar, e uma caixa de vidro transparente não fica mal em lado nenhum. Os recipientes de vidro tE^m ainda outra vantagem. Sendo transparente, facilmente sabemos o conteúdo, sem ter de as abrir todas até encontrarmos o que queremos.

Tenho também outras caixas de vidro, em pirex que têm outra vantagem. Quando faço comida para congelar, consigo depois colocar do congelador direto para a forno e daí para a mesa, mas atenção que estas têm de ser próprias para levar ao forno (têm de ser pirex ou equivalente).
Continuo a usar as caixas plásticas - até porque tenho imensas- mas uso-os para alimentos que “frios”, para coisas que não são de aquecer.

Há depois outra vantagem é que o vidro é um material melhor para o ambiente! 
(São é um bocadinho piores para a carteira, mas tenho apanhado promoções jeitosas e vou aproveitando para fazer esta mudança aos poucos!)
Mais alguém está a preferir os recipientes de vidro em relação aos plásticos?


sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Ementa Semanal #42


Já fizeram a vossa ementa semanal? Deixo-vos algumas sugestões para seguirem, ou apenas para se guiarem! Bom fim de semana!

Segunda feira: Lasanha de Espinafres

Terça feira Almoço: Arroz de Frango com açafrão e Legumes

Terça feira Jantar: Crepes de Bacalhau

Quarta feira: Risotto de Courgete e Espinafres

Quinta feira: Empadão de Vitela com Beringela e Tomate

Sexta feira: Couscous de Limão e coentros com Salmão

Bolo para o Fim de Semana: Bolo de Laranja com Iogurte

Sábado Almoço: Tortilha Mediterrânica

Sábado Jantar: Porco Assado com Puré de Maçã e Pêra

Domingo Almoço: Cataplana Exótica de Peixe

Domingo Jantar: Asas de Frango com Especiarias


quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Etiquetas para os Cabazes de Natal (e outras coisas)



Todos os anos a pergunta repete-se. Onde e como é que imprimo as etiquetas que uso nos meus presentes caseiros de natal? 
Respondo várias e diversas vezes e este ano, antecedendo a pergunta, e como estou no processo de decidir que etiquetas vou usar este ano, deixo-vos o link.

Basta entrarem e procurarem. Escolham o modelo que mais gostam. Façam o download para o vosso computador. Algumas podem editar, escrevendo o nome dos vossos presentes, outras não podem ser mexidas. São gratuitas e podem ser usadas para uso doméstico - para os nossos cabazes e presentes - mas não podem ser usadas para fins comerciais.
Eu compro folhas A4 de papel autocolante branco (vendem na Stapples ou na Worten) e imprimo em casa. Atenção que gasta bastante tinta! Nós temos impressora a cores a laser, mas se tiverem jato de tinta preparem-se, que dependendo do número de etiquetas podem muito facilmente gastar um conjunto de tinteiros.
As etiquetas de efeito “chalkboard” (quadro preto) são muito bonitas mas gastam imensa tinta e toner.

Em alternativa a imprimirem e editarem etiquetas - e não substimem o tempo que pode demorar a fazer tudo isto e recortar... - podem sempre comprar etiquetas bonitas e escrever à mão. O ano passado fiz assim as etiquetas dos meus cabazes, com etiquetas que comprei entre o IKEA e a Tiger, e acho que os cabazes ficaram igualmente deliciosos.


Parece-me uma excelente altura para começarem a tratar disto. Eu já escolhi as minhas!!

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Maçã rima com Outono e com Preparar o Natal...


Outono rima com Maçãs, assim como Natal, principalmente se tivermos muitas em casa! 
Foram muitos os quilos de maçãs que vieram de Alcobaça. Uma parte vamos comendo, porque por aqui come-se bastante fruta e os miúdos adoram maçãs. Mas mesmo assim, há para “dar e vender” (e também já dei uns quilos...)

Aproveitei também para ir fazendo puré de maçã que uso para adoçar as papas de aveia que faço para os miúdos, para acompanhar panquecas, para os miúdos comerem como sobremesa ou com iogurte grego, para acompanhar carne de porco assada. Faço o puré de maçã de uma maneira muito simples. Como as maçãs não tem grandes tratamentos (e vêm diretamente do pomar e portanto livres do banho de cera e afins), lavo-as bem e corto-as aos quartos e retiro-lhes apenas o caroço, deixando a casca. Coloco-as numa panela e coloco água apenas para cobrir - não coloco muita água - e cozo-as até que fiquem bem macias, triturando-as depois com a varinha mágica sem escorrer a pouca água que ainda têm. Fica um puré bem grosso e guardo-o depois no frigorífico, bem fechado, onde dura alguns dias e está sempre pronto a usar.

Além do puré de maçã, fiz um chutney e geleia de maçã a pensar nos cabazes de natal (em breve partilho essas receitas), e ainda uma tarte de maçã que ficou deliciosa - além de bonita...
Ainda assim tenho ali mais uns 3 quilos à espera de novas receitas, e parece-me que as sugestões para os cabazes de natal vão passar por mais coisas à base de maça...
Maçãs assadas, bolo de maçã, carne de porco com maçã, ketchup de maçã... São tudo ideias que me surgem.


Uma oferta que acabou por ditar alguns dos presentes de comer dos cabazes deste ano. E assim se vão orientando as coisas por aqui quando faltam menos de 2 meses para o natal. Como estão as coisas desse lado?

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Vida nova para as Louças de casa dos avós




Desde que estamos nesta casa, e começamos a pensar na organização da mesma, houve logo uma questão que me “preocupava”. O facto de termos de o jardim e a churrasqueira não estarem no mesmo andar da cozinha. Ou seja teríamos de nadar a subir e a descer com pratos e louças. Foi por isso que desde o início decidimos que, para realmente usufruirmos do nosso espaço exterior e termos vontade de receber pessoas e fazer churrasco tínhamos de ter as coisas à mão e outras facilidades.
A primeira e bastante importante foi colocar uma máquina de lavar louça na churrasqueira, para usar nesses dias. (Também temos uma máquina de café lá em baixo - que já tínhamos - e uma placa portátil de indução para poder cozinhar na churrasqueira, por exemplo um arroz de feijão enquanto a carne grelha....)

E a outra foi ter louça “duplicada” cá em baixo, que não fosse necessário subir e descer com pratos copos e talheres, lavados e sujos, de cada vez que fazíamos uma refeição ao ar livre.
Inicialmente ainda compramos uns conjuntos baratos de louça branca e uns talheres, para 12 pessoas. (As restantes coisas eu tinha, como copos e chávenas de café).
Entretanto com a as coisas que a minha mãe separou de casa da avó Cila, eu ainda herdei taças de sobremesa, talheres de servir e outras pequenas peças que ficaram em uso para a churrasqueira, e o verão passou e este método deu-nos imenso jeito.

E veio o aniversário dos miúdos no jardim. Mais do que 12 pessoas e a necessidade de acartar louça de cima para baixo - talheres, pratos, taças de sobremesa, taças de espumante... E depois a vontade de comprar mais algumas louças para quando temos mais de 12 pessoas - e acreditem que são algumas vezes por ano, e não apenas nos aniversário dos miúdos...

Mas entretanto a minha mãe, lembrou-se de voltar a dar volta às coisas antigas que andavam “arrumadas” numa garagem na aldeia, coisas da minha outra avó, a avó Celeste. E herdei mais umas quantas louças que estavam esquecidas... Mais pratos (todos brancos e lisos), mais taças de sobremesa, um faqueiro completo quase sem uso - do tempo das avós que guardam coisas só para dias de festa - um conjunto inteiro de taças de espumante. E ainda travessas e taças para sopa e tudo o resto que me poderá dar jeito para estas alturas.
Depois de tudo bem lavado, foi altura de acondicionar tudo, na nossa arrumação na lavandaria, onde para já guardo as louças da churrasqueira. Existe um projeto e a vontade de arrumar tudo num armário na própria churrasqueira, mas acho que será para a próxima estação, e para as próximas refeições no jardim. Porque isto de ter uma casa é uma série de projetos constantes e de melhorias para irem sendo feitos!

Agora temos louça suficiente para festas, jantares e ajuntamentos no nosso jardim, sem a necessidade de andar para cima e para baixo. E gosto de ver o novo uso das louças de casa dos avós, que estavam quase esquecidas e que assim ganham uma nova vida.
Até encontrei um conjunto lindo de pratos “vintage” da Vista Alegre que estão agora a uso diário na minha mesa.

Uma forma de por a uso coisas mais antigas que quase estavam esquecidas e que ao mesmo tempo me recordam as pessoas e os momentos.

Quem tem espaço de refeições no jardim, como faz?

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Presentes de Natal comprados fora de época e o “problema” dos talões de troca


Esta é a pergunta que mais me colocam de cada vez que digo que em Junho ou Julho (quando não é mais cedo!), já comprei presentes para o Natal.
Vamos a ver se vos consigo elucidar...
Em primeiro lugar compro poucos presentes de natal - só mesmo para pais/sogros, avós, irmãos/cunhados e sobrinhos - verdadeiros e “emprestados”. Todas as outras pessoas da nossa lista - amigos e outros familiares recebem os meus “presentes de comer”. Sendo assim, tenho uma enorme liberdade com as pessoas a quem ofereço presentes de:
  • lhes perguntar o que necessitam
  • lhes dizer que aproveitei os saldos e já comprei “isto ou aquilo” - normalmente quando compro roupa para os miúdos
  • lhes dizer abertamente que não dá para trocar porque já comprei há muito tempo - mas em caso de necessidade de troca eu fico com esse presente e compro outra coisa (nunca aconteceu)
  • oferecer coisas que sei que jamais vão trocar, porque sei que vão adorar.

Por exemplo, costumo oferecer bilhetes para concertos ou espetáculos aos meus pais. Não dá para trocar. Mas eu sei que eles gostam e que não vão querer trocar.
Compro livros para a minha sobrinha mais velha, mas antes falo com a minha cunhada a perguntar o que ela tem ou não e digo-lhe que sou eu que dou determinada colecção. O ano passado comecei a oferecer-lhe o Harry Potter - dei-lhe o primeiro no Natal, e entretanto fui-lhe comprando outros. Já todos na família sabem - inclusivamente ela -  que é a tia Joana e o tio Miguel que lhe vão oferecer a colecção toda. Mais ninguém oferece. Isso permite-me ir comprando todos os livros quando os vejo em promoção e aguardar as datas para oferecer. Os ultimos que lhe faltavam comprei no verão, com uma promoção de 40% de desconto imediato e aguardam o natal e os anos dela para terminar a colecção.
Quanto aos meus outros sobrinhos, normalmente pergunto o que estão a necessitar e compro. Sei os tamanhos - no caso de roupa, e quando compro digo logo aos meus cunhados que já comprei determinada coisa para oferecer no aniversário e no natal. E vice versa, porque por aqui trocamos sempre presentes úteis e que realmente estejamos a necessitar, e somos todos muito honestos e verdadeiros acerca disso. É preferível dizermos realmente o que necessitamos do que receber coisas sem a mínima utilidade...
Outro caso é comprar coisas que ninguém troca. Ou seja ninguém troca uma prenda personalizada que se compra  - uma pulseira ou colar feito por artesãos maravilhosos que se vêm por esse facebook fora (com um agradecimento muito especial para a Sara, da Fio a Pavio, que me tem feito lindas e únicas peças que nunca ninguém troca!), quadros personalizados ou qualquer coisa do género.
Tal como ninguém troca uma moldura com uma foto, uma bolsa de maquilhagem ou de fim de semana, umas pantufas, uma garrafa de vinho...
Nos mimos dos miúdos a mesma coisa... Um livro de histórias ou de autocolantes, um joguinho ou puzzle, um livro de colorir e lapis de cor.... Até porque ofereço sem talão de troca e para “bom entendedor, meia palavra basta...”

Ah e tal e nunca te ofereceram nada sem talão de troca? Montes de vezes. Normalmente coisas que eu jamais ira trocar pelo seu caráter pessoal e porque eu disse especificamente que queria aquilo. E a regra é dizemos apenas 1 coisa a 1 pessoas. Não vou dizer à minha irmã, à minha cunhada e à minha mãe que quero a mesma coisa. Digo a cada uma delas 1 coisa diferente... E nunca tivemos problemas...
E quanto aos meus filhos, quando recebem livros repetidos sem talão de troca - o que acontece com os chamados “mimos” de natal. O que faço? Se não os posso trocar, guardo-os de imediato e quando tenho de oferecer uma prenda a alguém com quem tenho confiança, pergunto-lhes se têm determinado livro (o repetido) se não tiverem re-ofereço esse livro e em substituição compro um novo para o meu filhos para  substituir o livro que lhe ofereceram repetido.... 
Com boa vontade tudo se resolve.
Mas também nunca me passaria pela cabeça oferecer a pessoas com quem não tenho confiança, oferecer presentes sem talão de troca...

Outra dica. Algumas lojas, normalmente a partir de Outubro, se disserem que é para oferecer no Natal escrevem isso no talão de troca, permitindo a mesma fora dos 30 dias normais para troca. Há que perguntar.


Mais esclarecidos?