A chegada do nosso terceiro filho - filha neste caso - ainda antes de nascer está a trazer algumas mudanças cá em casa. Uma delas teve a ver com a “dinamização” dos quartos. Quando mudamos para esta casa, e fizemos as obras, abdicamos de um quarto - havia 4 quartos naquele piso - para ficarmos com um quarto maior com closet.
Já nessa altura, apesar de termos mudado de casa por causa da vinda do António, ponderávamos a possibilidade de um terceiro filho, pelo que a decisão de excluir um quarto foi pensada sabendo que poderia vir um terceiro membro.
Isso nunca nos preocupou, porque juntar duas crianças num quarto sempre nos pareceu normal.
Portanto, ao sabermos da chegada de uma terceira criança, a decisão foi simples. Juntávamos os dois miúdos mais crescido no quarto do Zé Maria, que é ligeiramente maior, e o quarto do António ficaria para o bebé que chegaria em breve.
E assim foi. O quarto do Zé passou a ser o quarto dos manos e levou uma reestruturação.
A cama anterior do Zé - que faz de cama de casal e que já estava no quarto dele na casa antiga - passou para o sotão, assim como uma estante de “cubos” do IKEA, que está agora no meu escritório do sótão.
O quarto deles não tem brinquedos, nem será, pelo menos nos primeiros anos de vida escolar (quando lá chegarmos) o local onde irão fazer os trabalhos de casa. Portanto só precisávamos mesmo de duas camas e colchões. Tudo o resto que está no quarto deles foi apenas uma “remodelação” e mudança com coisas que já estavam cá em casa.
Optamos por camas e colchões extensíveis do IKEA, que temos actualmente montadas no tamanho mais pequeno, o que facilitou a passagem do António da cama de grades para a cama individual, o até o Zé gostou da cama nova apesar de ser bem mais pequena do que a cama a que estava habituado, com a vantagem de estas camas - este modelo específico - nem precisar de resguardo lateral contra quedas...
Mantivemos a cómoda do Zé e trouxemos a do António do antigo quarto dele - que é igual à do Zé - também um modelo do IKEA. O antigo cadeirão da minha mãe, que fez parte do primeiro quarto do Zé e estava agora no quarto do António também passou para o quarto deles, para ser o cadeirão de contar as histórias antes de ir para a cama.
Em vez de uma mesa de cabeceira optamos com colocar uma outra estante de cubos mais pequena - que já tinha estado na cozinha da casa antiga e agora estava no quarto do António - onde colocámos os livros deles e onde está o candeeiro de apoio.
De resto foi reorganizar os quadros e as decorações de parede, mas não foi preciso comprar mais nada.
O Zé ficou com muita pena de já não ter a capa de edredão dos carros que a minha mãe lhe tinha feito, mas a habilidosa avó conseguiu transformar a capa de edredão em duas capas mais pequenas, e assim cada um ficou com uma. E foi uma enorme alegria ver a cara deles quando perceberam que tinham a capa dos carros e uma para cada um.
Quanto aos brinquedos, tirando uns quantos peluches que estão numa arca de verga que já tinha sido minha quando era bebé, estão arrumados nos locais onde eles efetivamente brincam: na sala ou no sótão.
Mantivemos os mesmos cortinados, o papel de parede e a maior tarefa foi mesmo reorganizar as roupas e o calçado dos dois, para deixarmos tudo livre no outro quarto, para receber o novo membro da família.
Sou só eu que gosto de quartos mais simples e sem grandes confusões? Fáceis de arrumar e organizar? Aproveitando móveis de outras divisões, muitos deles bem antigos, para criar um quarto “novo”? Também optariam por colocar os dois no mesmo quarto?
Contem-me tudo!






