segunda-feira, 7 de abril de 2014

Um bebé e um novo orçamento doméstico!

A vinda de um bebé trás uma grande mudança ao orçamento doméstico. Ainda não tinha aqui escrito sobre isto porque ainda não tinha passado tempo suficiente para conseguir fazer uma análise. Entretanto já passaram quase 7 meses.
A primeira grande mudança no orçamento é logo na preparação da vinda do bebé. É o carrinho, a cama, a espreguiçadeira, montar o quarto, a banheira e, claro, o enxoval. Há uns sortudos que conseguem quase tudo emprestado de irmãos, tios, amigos ou primos, mas mesmo que tenham de comprar quase tudo, como foi o nosso caso, há artigos para todos os gostos e para quase todas as carteiras. É pesquisar, procurar e ver o que melhor serve o nosso orçamento. E é aqui que se gasta imenso dinheiro. Os carrinhos, cadeiras auto, sistemas isofix, são caros. Se têm um orçamento mais limitado será uma boa ideia poder contar com um pequeno pé-de-meia para estes artigos. Ou então, falarem com os vossos amigos e familiares para se juntarem e vos poderem oferecer algumas das coisas mais caras.
O enxoval do bebé é outra das coisas em que se pode gastar muito dinheiro. Tudo nos parece fofinho e querido e amoroso e apetece comprar tudo o que vemos. Mas a roupa e artigos de bebé são caros. Por aqui comprou-se quase tudo nos saldos. Aliás continua-se a comprar quase tudo nos saldos, desde os pijamas, às calças, interiores, roupinhas… Poupa-se imenso.
Quanto às restantes coisas – mantinhas, lençóis, almofadas , babetes, toalhinhas… a avó babada fez tudo com muito amor e carinho. Além de serem muito especiais, as peças que uso são únicas e personalizadas. Se tiverem avós ou tias habilidosas aproveitem…
Mas passado isto, passando estas compras iniciais, o orçamento de todos os dias também sofre com a vinda de um bebé.
Não vos vou falar em valores, até porque depende muito do que têm de comprar e do que podem conseguir emprestado e se vão montar ou não quarto de bebé… Se comprarem carrinho, montarem quarto, enxoval, roupinhas, e afins não contem com muito menos de 1500€. (E estou a fazer contas por baixo. Há carrinhos de bebé que rondam os 1000€, berços de 500€ e se comprarem roupas de marca então este orçamento cresce exponencialmente…)
O Zé Maria precisou de leite adaptado desde a primeira semana de vida e ainda continua a beber leite adaptado, agora em exclusivo. É talvez o maior gasto com ele que temos mensalmente. Cerca de 70 euros mensais. Agora, que já começou a fazer refeições sem leite o gasto vai passar a ser menor, mas quando é em leite em exclusivo, 6 a 7 biberons por dia é um gasto enorme que é preciso considerar. Por mais maravilhoso que seja a ideia de que vamos amamentar em exclusivo, por vezes isso não é possível. (Os gastos com os biberons, e esterilizador não são significativos até porque se comprar uma vez e já está!)
Quanto ao gasto com as fraldas, acho um falsa questão, pois não é um gasto assim tão grande– ou pelo menos não tão significativo como o leite. Um bebé que gaste em média 6 fraldas por dia gasta pouco mais de um pacote de 164 fraldas por mês. Cada pacote desses sem descontos e de marca custa pouco mais de 27€. Se aproveitarem descontos 50%, e outras promoções são cerca de 15€ por mês em fraldas. E isto se só usarem fraldas de marca. Se usarem marcas brancas podem gastar ainda menos. E se souberem aproveitar as promoções e fizerem algum stock bem feito, não necessitam de comprar fraldas fora de promoções. A isto podem juntar o gasto em toalhitas.. Também com desconto e promoções ou de marca branca ou não mas com 5 euros por mês fazem o gasto todo de toalhitas.
Entretanto começamos nas sopas. Mas não noto nenhuma diferença a nível no orçamento. Ele come ainda muito pouco e esses gastos diluem-se no que nós comemos. Passei apenas a ter mais cuidado com os legumes e fruta que compro. Se já comprava biológico, agora é que não abdico mesmo, mas são os mesmos que compro para nós e não notei, ainda nenhuma alteração.
E os gastos na farmácia? Tirando o bebegel que compro com regularidade, e uma embalagem de benuron (que tenho para usar em caso de sos) os gastos mais significativos foram com as vacinas fora do plano nacional de vacinação e que nós, juntamente com o nosso pediatra, decidimos comprar. Nas duas vacinas que optamos por dar ao Zé Maria (e que obviamente não são comparticipadas) gastamos cerca de 350 euros, que são diluídos ao longo de 3 meses porque as vacinas são tomadas em 2 ou 3 doses. Os cremes, gel de banho e shampoo também uso de farmácia, mas duram tanto tempo que quase nem vale a pena contabilizar… O primeiro gel de banho e o hidratante duraram quase 6 meses.
E ainda o gasto com o pediatra. Por opção. 1 consulta a cada 2 meses e são mais 80€ por consulta.
Finalmente as pequenas coisas do dia a dia uns collans porque estava a precisar, uns pijamas nos saldos de tamanho seguinte para começar a fazer stock, umas t-shirts para o verão… Mas são sempre coisas mais pontuais. Vou-lhe comprando a roupa À medida nas necessidades mas fazendo stock durante os saldos. (Neste momento tem roupa praticamente até fazer 1 ano)
Mensalmente o orçamento gasto exclusivamente com o Zé Maria varia entre os 150 a 200 euros. Podia ser mais se ele andasse na creche ou infantário – que não anda nem irá andar, em principio, antes dos 2 ou 3 anos. Mas também poderia ser menos se não bebesse leite adaptado ou se não tivesse um pediatra privado.
O nosso orçamento sofreu assim algumas mudanças e sim, passamos a gastar mais. Mas quando se tem um filho, já se está a contar com isso, não é?
Alguma consideração que me tenha escapado?

19 comentários:

  1. Falta a lavagem da roupa eheh, mas tb n é muito caro ;)

    Gostei do post. A minha mais nova tem3 meses e Concordo c td.

    www.margaridaflordaminhavida.blogspot.pt

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  2. nunca comentei nenhuma publicação e por isso aproveito para lhe dar os parabéns pelo blog e tb pelo Zé Maria muitas felicidades. Concordo com tudo o que disse, tenho duas filhas uma com 3 anos e meio e outra com um mês e até hoje é a primeira pessoa a quem ouço que o custo das fraldas nao é assim tao relevante, sempre que eu digo isso parece que estou a dizer a maior mentira à face da terra, tal foi o mito criado em torno do gasto em fraldas. tenho a sorte, posso dize-lo assim de ter amamentado em exclusivo ate aos seis meses da mais velha e agora vamos ver como corre, portanto nao tenho essa despesa, o que dá para algumas loucuras com coisas muito fofas

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  3. Gostei do post e concordo.
    Tive a sorte de amamentar o 1º filho até aos 8m e a minha mais nova agora com 16m, amamentei-a até aos 15m, mas há 4m que ela faz leite de crescimento de manhã e à noite. O leite de crescimento é mais caro (entre 1,60 a 2€ o litro) falando nas marcas Mimosa e Nestlé. Mas pode dar-se leito gordo. Porém, a minha filha não gosta do sabor normal do leite pelo que faço os biberons 50/50 com leite de crescimento normal (uso Mimosa) e leite de crescimento da Nestle com sabor a Bolacha Maria ou Cereais (é doce). A isto acrescem os iogurtes e alguns boiões de fruta para ter em SOS (normalmente faço pré-cozedura e trituro fruta) e as papas não lácteas (uso o leite de crescimento).
    Realmente as vacinas extra PNV são muito caras, mas acho-as fundamentais. As consultas na pediatra também pesam no orçamento mas estavam sob controle.
    Aproveitei quase tudo do mais velho porque meninas também veste azul, cama, alcofa, espreguiçadeira, banheira, carrinho. O restante foi oferecido como a cadeira da papa que teve de ser nova e a do mano foi "concertada" para estar na avó. Cremes e produtos de farmácia que ainda hoje tenho por abrir. Aproveitam-se os saldos, descontos e promoções mas de vez em quando não se consegue resistir a esta ou àquela marca e já se sabe que as meninas têm mais tentações.
    Uma dica é as mamãs registarem-se nos sites/FB das marcas que muitas vezes enviam amostras e descontos e sempre se poupa um pouco mais.
    beijinhos e felicidades.
    Margarida

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  4. Eu é melhor não pensar em números, estou com uma gravidez gemelar, e só peço saúde p eles, p o irmão e para mim e o pai p os criarmos. Quando nascerem vou fazer como agora, um dia de cada vez.

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  5. Gostei muito Joana! Ainda não tenho filhos mas com este post já me animou um pouco mais, uma vez que não ganho assim tanto, a crise não ajuda e com marido desempregado não é fácil :)

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  6. Antes de mais obrigado por este post e pela partilha. Estou grávida e já percebi a envergadura de tudo isto. Sem dúvida que um filho é um acréscimo louco de despesa. Mas é tão desejo que há coisas que se delegam para segundo plano. No meu caso tenho a sorte de ter alguma coisa em excelente qualidade que nos foi dada, banheira e outros acessórios que vêm do nosso afilhado. Se tivéssemos de comprar tudo, seria efectivamente um gasto louco.

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  7. Com o 1º filho gasta-se sempre mais, principalmente pelo equipamento e roupas. No nosso caso, a cadeira de carro, o carrinho, a cama, a espreguiçadeira foram todas oferecidas (que chatice...). Muita roupa também foi oferecida, praticamente só comprei bodies e alguns babygrows e pouco mais (pelo menos no 1º ano de vida). Amamentei o mais velho até aos 15 meses e a mais nova, já com 2 anos, ainda mama. Não bebem leite de crescimento, sempre se deram bem com o normal desde que fizeram 1 ano. Recentemente passei a dar-lhes leite fresco gordo, que me parece mais fácil de digerir e mais nutritivo. É um pouco mais caro que o UHT meio-gordo, mas mais barato que os leites especiais. Fraldas eram a nossa maior despesa, mas também sempre aproveitei promoções e fiz stock, dá um jeitão. Mas acho que se tivesse outro, comprava fraldas reutilizáveis. Mais económicas a longo prazo e mais ecológicas também. De qualquer modo, com a pequena a começar a largar as fraldas, vai ser menos uma despesa.
    Também optámos por dar-lhes a vacinas fora do PNV, mas não vamos a um pediatra no privado, são acompanhados pelo médico de família desde que ainda estava grávida, pelo que consultas e tratamentos ficam de borla (exceptuando medicamentos). Como não têm nenhum problema de saúde, para além das pequenas doenças da infância, pareceu-nos adequado. Os partos foram num hospital público, pelo que não tivemos despesas nenhumas nessa área.
    Com a mais nova, a despesa foi menor, já que todo o equipamento foi herdado do irmão, tal como a maior parte das roupas (e mais algumas que foram oferecidas - menos, o 2º filho já não é aquela novidade, eheheh). Além disso, a prática também nos permitiu jogar com os orçamentos.
    Actualmente a nossa maior despesa é o infantário/creche para os dois. No entanto, a instituição faz um desconto bem jeitoso para irmãos, o que dá uma boa poupança ;)
    Isto tudo para dizer que aquele argumento que algumas pessoas usam para decidir não ter mais do que um filho é algo falacioso, já que a despesa extra de um 2º (ou mais) filho não é tão grande assim :)

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  8. Olá Joana.
    Concordo com tudo o que disse. Eu tive a sorte de amamentar as minhas duas filhas durantes 11 e 8 meses o que reduziu o orçamento. Há uma grande diferença entre o primeiro e o segundo filho, porque se aproveita imensa coisa, então no meu caso que são duas meninas acabei por aproveitar praticamente tudo. Acho importante quando se estão a comprara as coisas para o primeiro filho (carrinho, berço, alcofa etc.) e se pretende ter mais filhos, não se deixar levar pelas tradicionais cores rosa bebé e azul bebé, pois nunca sabemos se o segundo vai ser do mesmo género do primeiro e é uma maneira de poupar qualquer coisa.
    Também não abdiquei de ir ao pediatra privado com ambas até porque acho que nos dá uma segurança maior saber que está tudo bem com os nossos filhos, principalmente quando somos mães de primeira viagem. No segundo estamos muito mais relaxados... O meu gasto é maior porque ambas as minhas filhas tiveram que ir para a creche aos 5 meses, mas era algo que já sabia à partida que teria de acontecer. A minha filha mais nova que se chama Joana tem 15 meses e até hoje ainda não comprei um pacote de fraldas ao preço normal, porque vou fazendo stock e vou gerindo. Mexe com a economia doméstica a vinda dos filhos, mas é algo à partida que já sabemos que vai acontecer... Já agora vi o seu post no facebook ontem sobre as visitas ao blog e não deixar nenhum comentário. Incluo-me nesse grupo de pessoas, mas deixe-me dizer-lhe que sou visitante assídua deste e do outro blog e gosto muito, Por isso o seu trabalho não é de todo em vão. Há e também tenho o seu primeiro livro. Quero ver se invisto nos outros...

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  9. Olá, olá! Estou grávida do meu terceiro filho e concordo com tudo o que já foi dito. Para além de ter conservado a parafernália toda do carrinho e do berço (são as coisas mais caras, de longe!), ainda tive a sorte de me emprestarem roupas, e de ter amamentado exclusivamente ao peito. Posso dizer que só gastei em fraldas, toalhitas e em algum medicamento para além do habitual ben-u-ron que tenho sempre em casa. E isto, nos primeiros tempos. Agora, já não gasto em fraldas nem toalhitas, mas há o infantário. Vão-se umas despesas, surgem outras, mas é mesmo assim.

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  10. Olá.
    A minha primeira filhota já tem 9 meses. Felizmente na hora de preparar o enxoval poupei muito. Tive quase tudo emprestado de sobrinhos, afilhados e amigos, desde o berço; à banheira; ovo; carrinho; parque, espreguiçadeira, aranha. Apenas comprei a cadeira da papa, e encontrei de marca, em excelente estado no custo justo, claro está que aproveitei.
    Também tive algumas roupinhas dadas, umas novas outras usadas e até emprestadas. Mas também crescem tão depressa que cada peça é vestida meia dúzia de vezes.
    Amamentei até aos 8 meses, mas não em exclusivo. Agora bebe leite adaptado e aí é que noto um custo algo elevado.
    Quanto a produtos de higiene o custo não é realmente elevado, são coisas que mesmo de marca, duram bastante tempo.
    Quanto a fraldas e toalhitas, compro de marca, aproveito as promoções e tento gerir os stocks.
    O pior mesmo é a creche, que iniciou com 4 meses, e as vacinas fora do PNV.
    Mas que há muitas coisas fofinhas que quase nos fazem cair em tentação, há. E então para menina... :-)

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  11. Faltam a/as cadeira/s auto, quem tiver carro não pode passar sem elas.
    As que permitem andar de costas até mais tarde são ainda bastante caras, as demais tb não são baratas.
    As lojas de roupa em 2.ª mão, e sites de troca na net e FB, podem ser uma boa opção.

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  12. Bom dia,
    Bem no meu caso posso dizer que as despesas iniciais foram muitas. Tenho uma filha que nasceu com extremo baixo peso, logo roupa foi um filme porque não havia muitas marcas que tivessemo tamanho 000 ou 00, e as que tinhas o preço não era convidativo, mas teve que ser porque senão a rapariga perdia-se dentro da roupa. Depois as fraldas para prematuros que se tem que comprar na farmacia e que um pacote só tras 20 fraldas e dá para nada............ ela não mamou alimentou-se sempre de leite artificial para prematuros, estes itens nos primeiros 6 meses de vida dela mais as vacinas e pediatra foram onde o orçamento foi mais consumido.
    Felizmente herdei algumas coisas, como a cama e a cadeirinha do carro, o que ajuda, e tento sempre comprar roupa e sapatos em saldos, e também recebo alguma roupa dada/emprestada que ajuda.
    Acho que actualmente a maior despesas dela será mesmo na alimentação e alguma medicação/cuidados que ela tem.
    Obrigada e muitas felicidades

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  13. Para além do investimento inicial, o grande gasto está mesmo no infantário... com 2 a conta é astronómica superior a 600€ e digamos que até é em conta, numa IPSS pagariamos o mesmo (se tivessemos vaga), portanto a IPSS só se torna mesmo em conta para quem tem rendimentos muito baixos, fora isso os custos são iguais a qualquer infantário privado, e depois há as inscrições anuais, a bata, o material, a praia, etc... tudo pago à parte. Depois 2 de sexos diferentes implica também grandes gastos em roupa e sapatos e se nas roupas poupamos o mais que podemos, nos sapatos já não é bem assim... e a despesa por ano com os dois em roupa e sapatos é considerável e também tem um peso significativo no nosso orçamento . A comer, com 5 e 2 anos os dois já comem como 1 adulto e tb já se nota diferença no orçamento de supermercado (muitos iogurtes e kgs de fruta entram naquela casa)... Mas valem todos os €€€€ que gastamos com eles!!!

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  14. Olá !!! mulher abençoada....

    seus mimos são lindos, vim fazer uma visitinha..
    e acabei ficando, te seguindo, e desejo ser aprovada
    para estar sempre, aqui neste espaço criativo.
    bom final de semana....

    beijkas....

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  15. Olá!
    Sou mãe duma menina de 2 anos e meio.
    Realmente um filho pode mudar um pouco o orçamento, mas para mim o maior peso foi desde que a minha filha entrou na creche aos 8 meses a mensalidade da mesma! A roupa, calçado e acessórios tive a sorte de um casal amigo com uma filha mais velha nos oferecer. O carrinho de marca branca custou um 90 euros ! Amamentei até aos 20 meses! Ok as vacinas fora do plano nacional pesaram um pouco...mas bem vistas as coisas, se pensarmos nos jantares fora que deixamos de fazer, nas idas ao cinema que não acontecem à dois anos e meio, nas férias adiadas porque a menina era pequena... parece-me que os gastos nem são avultados! um estilo de vida substitui o outro!

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  16. Olá Joana!
    Concordo com tudo o que disse. Tenho uma menina de 14 meses e de facto tivemos muita sorte porque nos emprestaram o material mais caro (carrinho, berço, muda fraldas, banheira, etc). Agora só temos mesmo que nos preocupar com as roupas que vão deixando de servir mas nada como promoções ou lojas mais económicas. Acho que o 1º ano é o mais dispendioso (leite adaptado, vacinas e pediatra) mas tudo é compensado :)

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  17. Sim, os filhos trazem despesa, mas temos que saber gerir os gastos. As minhas aproveitaram tantas coisas das primas e depois da mais velha para a mais nova. A única coisa que não aproveitei foram os sapatos que até aos 2-3 anos fiz o sacrifício de comprar da Chicco, são caros, mas foram óptimos. Fui poupando para depois pagar o infantário mas depois do 1º ano as despesas vão diminuindo... e os sorrisos aumentando

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  18. Olá, a minha filha já tem quase 10 meses e sem dúvida que o mais caro foi o TRIO (adquirido em promoção), mas o uso tem dado para amortizar pois o carrinho vai dar até ela ter 2 anos. A cadeirinha de alimentação (que também fez de espreguiçadeira) foi um excelente investimento, até porque também foi comprado com desconto. Na verdade a maior parte das coisas que que compramos foi tudo com desconto e ainda aproveitei para fazer a lista de Nascimento (de uma das lojas de roupa de criança (Zippy)) e ao fim de um ano de compras (comecei ainda estava eu grávida) recebi em crédito mais de 100€ o que deu para comprar mais umas coisinhas. Eu tenho aproveitado os saldos para comprar algumas roupas para a estação à frente =) (já tenho roupa para o próximo Inverno, especialmente os casacos que costumam ser caríssimos e que encontrei em saldos com 70% de desconto na Chico, yuuppiii ) Estou sempre atenta aos descontos e é muito raro comprar alguma peça para ela a preço normal. Todo o equipamento de puericultura pesada adquirimos em cores variadas, caso se tivermos um dia, um segundo filho rapaz já fica =) Mas sim, neste primeiro ano, tudo somadinho ultrapassa os 1500€ à vontade, mas atenção, ainda conseguia poupar mais se resistisse à roupinha....(há coisinhas tão lindas de menina!!!!!!!!) Isto sem contar com o infantário, claro. O segredo é mesmo fazer uma boa gestão dos gastos e planear as compras com antecipação para aproveitar os saldos.

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  19. olá meninas. Eu não posso comentar porque ainda não sou mãe. Mas neste caso, queria era a vossa ajuda. Gostava muito de engravidar. So que o meu contrato acaba em Setembro e em principio não vão renovar. Com o ordenado do meu marido, tirando todas as despesas normais de um orçamento familiar restam-nos 380€ do orçamento familiar. tirando a facto que quando ficar desempregada tenho direito a subsidio de desemprego. Acham que chega para as despesas de um bebé?


    obrigada. beijinhos

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