sexta-feira, 20 de outubro de 2017

65 Dias para o Natal



Já passaram uns dias deste a última “contagem decrescente” para o Natal. 
Entretanto actualizei a minha lista de presentes: acrescentei os nomes que tinham de ser acrescentados - dos miúdos que nasceram  neste ano! E retifiquei o orçamento para ser o mais realista possível, e me “preparar” para o valor a gastar.
Já comprei mais algumas prendas de Natal, e já reuni todo o material que tenho dos outros anos e fiz a lista das coisas a comprar - fitas, saquinhos, etiquetas, “decorações”.
Já tenho uma pequena lista de tudo o que vai compor os meus cabazes “maiores”, mas ainda não descobri o que quero fazer para os mini-cabazes, que geralmente são apenas uma coisa (o ano passado foram as bolachas em frasco: um sucesso, mas este ano quero uma coisa diferente!)

Continuo a reduzir a minha lista de receitas a fazer para os cabazes mais pequenos, e a começar a lista de compras - que passa a andar sempre comigo, no caso de encontrar certas promoções de produtos nos supermercados que possa aproveitar (coisas como açúcar, pro exemplo!)

Fui ao Jumbo, ver as “promoções” de brinquedos até 70%, mas não vi nada que me atraísse para os miúdos. Estou inclinada para outras coisas mais didáticas, ainda tenho de ver bem o quê!

Decidi que as prendas para a família - cunhados - vai ser dada em conjunto para o casal, mas estou indecisa entre algumas opções. Gosto de dar recordações pessoais para a casa. O ano passado encomendei uns quadros maravilhosos que representam a família de cada um deles, com uma espécie de “bonequinhos”, à Maria Mariquitas (através do facebook) e ficaram lindos e eles adoraram... Este ano não sei se consigo ser tão “original”, mas gostava de algo desse tipo!

Aproveitei uma ida a Lisboa para passar no IKEA, e fiquei surpreendida por já terem coisas de Natal. A algumas não resisti! (Quer para complementar cabazes, quer para decoração cá de casa!). E como já tinha  minha lista feita, sabia que etiquetas, papel de embrulho e fitinhas me iam ser indispensáveis e aproveitei logo! Aconselho, pois tem coisas lindas!

Tenho mesmo (mas mesmo) de ir comprar os saquinhos de celofane que são indispensáveis para os cabazes, e esperar que a temática do Halloween passe para ver se a Flying Tiger, De Borla e outras lojas do género começam com a decoração de Natal.


E este é o meu Christmas Report. Por aí? Ainda longe de pensar no natal?

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

#8 Planeamento das Refeições da Semana


Mais uma semana que se passou, e outra que se iniciou. E mais uma vez as minhas ementas, organização e planeamento, a mim, permitem-me dias mais calmos, horas do final do dia sozinha com dois miúdos mais tranquilas e cheias de brincadeira (e birras e choros e tudo aquilo que uma mãe de dois miúdos pequenos tem direito!). Principalmente com a terceira criança a chegar dentro em breve, cada vez que convenço mais que este meu hábito de planear e de me organizar, me vai ajudar mais do que nunca.
E apesar de uma ementa pensada e planeada, não quer dizer que não haja alterações. Por exemplo, em relação à ementa da semana passada, acabei por fazer outra coisa para o jantar de sexta feira, em vez das petingas, acabei a descongelar bacalhau e acabei por fazer um delicioso bacalhau grelhado com batatas a murro. As petingas, essas, passam para a ementa desta semana.
Aqui fica ela!

Ementa Semanal:

2ª feira: Bifinhos de frango com Molho de tomate, queijo e pesto caseiro + massa + brócolos
3ª feira: Tachinho de Feijão estufado com cebola e ovos escalfados + arroz
4ª Feira: Canelones de Pescada + salada verde variada
Petinga “frita” + Migas de couve e feijão frade
5ª feira: Rissoto de Cogumelos no forno + couve salteada
6ª feira: “Prego” no Prato (carne de vaca grelhada + ovo+ salada + arroz + batata )

Esta semana a sopa estava feita, pois tinha-a preparado no domingo ao final da tarde, que os meus miúdos raramente ficam sem sopa e era necessária para o jantar de domingo.
Dei uma dar volta ao frigorífico porque tinha algumas coisas que tinha necessidade de gastar - porque estavam abertas - e porque não gosto de desperdiçar nada. Vi que tinha uma lata de tomate pelado meio aberta, meio pacote de queijo ralado e um resto de pesto caseiro (e porque tinha peitos de frango para preparar), decidi juntar tudo para o jantar desse mesmo dia.
Comecei por preparar um molho de tomate rápido: cebola picada, alho picado e louro a refogar com um pouco de azeite e depois juntei o tomate pelado picado. Temperei com sal, pimenta e manjericão seco e deixei ferver para apurar. Entretanto preparei os peitos de frango em bifinhos e temperei com sal, pimenta e meio limão que estava aberto no frigorífico. Coloquei.os no fundo de um tabuleiro de ir ao forno e à mesa.

Enquanto o molho de tomate apurava, descasquei mais duas cebolas e cortei-as em rodelas não muito grossas. Levei-as ao lume num tacho com azeite, alho e louro e deixei refogar até a cebola estar murcha. Juntei depois feijão vermelho cozido, temperei e deixei cozinhar tudo em lume brando.
Quando o meu molho de tomate ficou pronto, coloquei-o sobre os bifes e frango. Por cima coloquei o resto do queijo mozarella e por cima deste o pesto. Mais próximo da hora de jantar é só levar ao forno para cozinhar e tostar.

Enquanto o feijão estufava, limpei/lavei cogumelos  e cortei-os em pedaços. Levei-os a saltear com azeite, alho laminado e temperei com um pouco de sal e pimenta. Juntei vinho branco e cebolinho picado (que também estava a necessitar de ser gasto) e depois de pronto guardei numa caixa hermética. Depois é só juntar ao rissoto para o rissoto de cogumelos de quinta-feira.
Preparei depois um tacho de arroz e juntei os ovos ao estufado de feijão para que cozinhassem.
Depois de pronto guardei tudo em caixas de vidro herméticas no frigorífico.

No congelador ainda tinha uma tupperware de recheio de pescada e legumes. Deixei descongelar e aproveitei para rechear um resto de “tubos” de canelones que ainda tinha em casa. Coloquei os canelones já recheados num pirex com tampa próprio para ir ao forno e à mesa. Na quarta feira ao almoço, basta cobrir com molho de tomate caseiro (que tenho pronto em frascos pasteurizados prontos a consumir) ou natas ou ainda molho bechamel e levar ao forno a cozinhar.

Coloquei os brócolos a cozinhar a vapor no microondas com a minha microgourmet da tupperware, e lavei as uvas que guardei numa caixa de vidro e os tomates cereja. Descasquei cenouras que guardei num saquinho do IKEA na gaveta do frigorífico, e cortei uma couve lombarda pequena em juliana que lavei e também coloquei num saquinho do IKEA. Pronta a usar para saltear ou para sopa. Lavei e arranjei a salada que guardei na minha saladeira Borner a vácuo e cortei em rodelas finas dois alhos franceses que guardei também já depois de lavados.

Depois dos brócolos cozidos, guardei-os numa caixa de vidro hermética no frigorífico.
Para quarta feira ao jantar, basta deixar a petinga a descongelar de véspera e enquanto “frita” no forno, preparar as migas (tenho broa picada no congelador e feijão frade cozido - basta cozer a couve migada que veio no cabaz da semana e preparar rapidamente as migas).

Para sexta, deixo a carne a descongelar de véspera no frigorífico e preparo rapidamente o arroz e as batatas (que provavelmente descascarei enquanto acabo o jantar na quinta feira!)
Depois de tudo a pior tarefa de todas: lavar e arrumar a cozinha.


E por aí? A semana ficou preparada ou fazem-no dia a dia a partir (ou não) de uma ementa semanal?

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Fazer em Casa é Bom


Hoje comemora-se o dia mundial de alimentação.
Numa altura em que temos à nossa disposição tantos alimentos, tanta variedade de produtos, e tantas coisas diferentes, torna-se difícil saber fazer escolhas. Escolhas acertadas.
Muitas vezes compramos alimentos sem nos darmos conta do que compramos. Colocamos no carrinho por habito, por preguiça, porque sim... Tudo muda quando aprendemos e começamos a ler rótulos. Aos poucos começamos a querer fazer outras e melhores escolhas, a querer menos corantes, menos conservantes e menos aditivos. 

Confesso que cada vez tenho mais cuidado com isso. E sim, cá em casa compra-se cada vez menos produtos processados, menos produtos refinados, e opta-se por melhor escolha na qualidade dos produtos. É uma opção nossa e em consciência. Aos poucos fomos deixando de comprar algumas coisas, que naturalmente começamos a substituir por outros. E, com o passar do tempo já nem nos lembramos que eles existem!

Melhor do que comprar carne, peixe, ovos e leite de melhor qualidade. Melhor do que comprar sempre que possível coisas biológicas e coisas nacionais e locais, melhor do que ler rótulos e fazer melhor opções, é cozinhar em casa! Tantas coisas que tantas vezes compramos e que podem ser de muito melhor qualidade quando fazemos em casa.
Pão, iogurtes, bolos, bolachas e sobremesas, cozer as nossas próprias leguminosas, fazer leites vegetais, as manteigas de frutos secos, a granola, as barras de cereais, as papas dos miúdos, a papa de fruta e até queijo creme de kefir.

E sei que isto vem tudo dar a outra questão! O tempo. Sim, é preciso algum tempo para fazer estas coisas em casa, em vez de comprar já feito. Mas um dia uma coisa, outro dia outra, aproveitar o forno quente para o pão ou cereais....nada é impossível. E no fim, acho que quem desfruta de melhores escolhas alimentares agradece. Nós agradecemos.

E para vos inspirar, uns links das minhas “receitas” favoritas de coisas que podemos fazer nós mesmos em vez de comprar!

Pão da Titá (o meu favorito de sempre!) - http://paracozinhar.blogspot.pt/2015/04/pao-da-tita.html

























Pesto Caseiro - http://economiacadecasa.blogspot.pt/2016/11/presentes-de-comer-pesto-e-chilli-oil.html

(E tantas outras coisas como compotas, marmeladas, rissois, empadas, hamburgueres, almôndegas, douradinhos......)

E vocês? Como são as vossas escolhas? O que é que preferem fazer em casa do que comprar feito?

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Feijão de Molho


Há uns tempos atrás a minha mãe, depois de umas arrumações em casa do meu avô, encontrou quilos de feijão seco, ainda do tempo em que os meus avós cultivavam a horta e o quintal. 
Claro que me enviou para aqui um saco cheio que arrumei em frascos de vidro da despensa. De vez em quando lá vou eu dar uma volta pela despensa e olho sempre para o feijão a pensar que o tenho de demolhar e cozer (não todo de uma vez, mas uma parte dele!)

Confesso que, apesar de comprar leguminosas secas, de as demolhar e cozer, por questões essencialmente práticas, tenho comprado as leguminosas já cozinhadas e prontas a usar. Preparar as refeições é mais rápido assim, mas se eu planeio tudo com antecedência, porque razão me deixo levar pela preguiça, e não aproveito para demolhar as leguminosas? Até porque não é uma novidade para mim, apenas me tenho desleixado com este ponto...

Voltei ao feijão do avô - e já a pensar na ementa da próxima semana - e lá coloquei uma parte de molho para depois cozer.
E depois de cozido vou guardar em caixinhas ou frascos de vidro e congelar, para ir usando conforme as necessidades - como já expliquei num post antigo deste blogue: aqui: https://economiacadecasa.blogspot.pt/2010/01/economia-domestica-feijoes-e-caixas-de.html

Pode não parecer tão prático, mas é mais económico, principalmente se usarem a panela de pressão - e assim é também mais rápido - além de ao terem leguminosas congeladas estão no congelador sempre à mão, até porque descongelam em pouco tempo no microondas.

Basicamente são cerca de 24 a 48 a demolhar. Depois retiram-se os que bóiam e que estão ao de cima, e escorre-se a água de demolhar. Coloca-se água, louro e um dente de alho ou cebola numa panela e junta-se o feijão. Na panela de pressão cerca de 30 costumam ser suficientes, no fogão talvez uma hora e meia. O sal, normalmente junta-se quase no fim da cozedura, porque me ensinaram que faz as leguminosas ficarem mais rijas e que demoram mais a cozer... Além disso podemos sempre corrigir o sal quando fizermos as receitas em que usamos as leguminosas previamente cozinhadas.


Quem é que ainda tem o hábito de demolhar e cozer as leguminosas em casa? Ou quem prefere comprar as latas prontas a usar?

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Outubro: Mês de Poupança


Não sei se sabem que o mês de Outubro é considerado o mês da Poupança, e que o dia 31 de Outubro é o dia da Poupança.
E cada um de nós terá, ou não, algumas estratégias de poupança - seja uma poupança no verdadeiro sentido da palavra, seja uma melhor gestão de gastos, ou apenas uma gestão muito controlada de um orçamento mensal mais apertado.

Quando se fala em “poupança” acho que de uma maneira geral se depreende que estamos a falar de “colocar dinheiro de lado”. Mas a poupança não é apenas isso. 
Muitas pessoas fazem um esforço enorme por fazer esticar o dinheiro até ao final do mês, quanto mais sobrar dinheiro para colocar de lado... Mas haverá outras que o conseguirão fazer. Cada caso é um caso...

Mas há imensas formas de “poupar”. Seja aproveitar os saldos para repor roupa e calçado ou até comprar alguns presentes, seja tendo muita atenção a todas as promoções e descontos seja nas compras lá para casa ou nos combustíveis. 
E depois há outras formas de poupar que me dizem imenso - como por exemplo evitando o desperdício alimentar. E confesso que conheço imensas pessoas que me dizem que gastam imenso dinheiro em alimentação e no entanto nem se apercebem na quantidade de dinheiro que deitam ao caixote do lixo em alimentos que deixam estragar ou que não aproveitam.

Sendo este o mês da poupança, entre outras formas de poupar, poderemos (quem não tem esse cuidado) passar a olhar melhor para o que compramos de forma a não deitar nada fora - seja os restos das embalagens/alimentos que deixamos estragar e passar do prazo, seja os “restinhos” de comida que vão tantas vezes para o caixote do lixo quando na verdade se podiam reutilizar em novas refeições.

Há algumas dicas - que já aqui repeti várias vezes - para gerirmos melhor este recurso. Tudo que compramos - e mesmo os alimentos que nos dão - têm um valor. Imaginem que tudo o que não aproveitam são trocos a ir para o lixo... Todos esses trocos somados podem perfazer uma boa quantia no final... Há que pensar em aproveitar tudo ao máximo e, quando sabemos que não vamos consumir tudo em tempo útil, cozinhar ou arranjar para congelar ou usar noutra refeição.

É importante que todas as semanas, antes de pensarmos nas refeições da semana, mas principalmente antes de irmos às compras, passarmos uma revista ao nosso frigorífico. Ver o que ainda temos na gaveta dos legumes, abrir todas as  caixinhas. Muitas das vezes já não nos lembramos daquele resto de peixe cozido que sobrou e que agora se podem transformar em pataniscas, ou daqueles tomates já muito maduros que ainda fazem um molho de tomate para uma massa, ou das cenouras murchas que dão um belíssimo creme de cenoura... De repente temos ali duas ou três refeições que não estávamos a contar e que já vão encurtar as necessidades das compras da próxima semana. E quantas vezes não acabam no lixo um ou dois dias depois....

E o mesmo se passa com a despensa - quem nunca deixou passar prazos de validade de coisas que comprou?, ou até com coisas que nos esquecemos que congelamos...
Passar revista à despensa pelo menos 1 vez por mês e tentar pensar em refeições com coisas que lá andam há imenso tempo, e ir esvaziando a arca frigorífica em vez de só a sabermos encher, são também maneiras de não deixar estragar nada...
Também é importante, duas ou três vezes por ano, tentar consumir tudo (a maioria) do que temos na arca congeladora e na despensa, em vez de acumularmos stocks desnecessários de 10 quilos de arroz e de 12 latas de atum quando vamos todas as semanas ao supermercado, e quase todas as semanas há promoções desse tipo de produtos.

Aqui fica apenas uma sugestão de “poupança” para este mês, mas principalmente para mudar alguns hábitos, para melhor e para sempre.

Que outros hábitos de poupança têm?

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

#7 Planeamento das Refeições da Semana


As últimas semanas foram um bocadinho atípicas aqui por casa, e a minha ementa semanal não foi feita como eu gosto. Por causa das festas dos miúdos, e do feriado da semana passada, a ementa teve muitas “sobras” e aproveitamentos.  Resultado: houve alguns dias mais complicados. Quando nos habituamos a fazer as coisas de uma determinada maneira, e quando essa passa a ser a nossa rotina, quando fugimos a essa norma estranhamos! Mas esta semana voltamos a entrar nos eixos!
Voltamos às sugestões.

Ementa Semanal:

2ª feira: Arroz de Congro e Limão + brócolos ao vapor
3ª feira: Espetadas de Cubinhos de Porco com Cebola e Pimento + Puré de Couve Flor
4ª Feira: Pimento Recheado com Carne Picada à Bolonhesa + salada de agrião
  Crepes de Pescada Cremosa
5ª feira: Tabuleiro de Frango desfiado, batata doce e molho cremoso no forno + brócolos ao vapor
6ª feira: Petinga Frita com Feijão Frade “Ensalsado”

Comecei por fazer um caldo aromático com cebola, alho, rama de alho francês, ervas aromáticas e cenoura, sal e pimenta. Assim que levantou fervura juntei o peixe e deixei cozinhar.
Entretanto piquei cebola e alho, e levei a refogar num tacho com um pouco de azeite para fazer a carne à bolonhesa, Juntei a carne, tomate pelado e temperos e deixei cozinhar em lume brando.
Temperei a carne de porco para o jantar de terça feira e guardei numa caixa hermética no frigorífico.
Descasquei legumes para fazer sopa e aproveitei a varoma da Bimby para cozer couve flor e noutro nível para cozer brócolos.

Entretanto retirei o peixe que já estava cozinhado, coei o caldo para o arroz - que reservei no frigorífico até ao jantar, e desfiei o peixe também para o arroz (que também guardei numa caixinha de vidro no frigorífico).

Entretanto a sopa ficou pronta e os legumes a vapor cozinhados. Triturei a sopa e guardei no frigorífico num recipiente de vidro hermético. Guardei os brócolos já cozinhados para acompanhamentos num recipiente de vidro hermético e triturei a couve flor com um pouco de leite de coco, sal e pimenta para acompanhamento de terça feira das espetadas de carne de porco.

Descasquei cenouras para guardar, cortei, preparei alho francês para guardar em sacos herméticas na gaveta do frigorífico. Lavei tomate cereja e guardei também num recipiente hermético.
Cortei o pimento ao meio no sentido longitudinal (para rechear com a carne picada para o almoço de quarta feira), e cortei o restante em cubos para as espetadas que guardei num saquinho do IKEA no frigorífico.

Coloquei os pimentos para rechear num pirex que vai ao frono e temperei com um pouco de sal, pimenta e azeite e levei ao forno previamente aquecido (para que cozinhem cerca de 15 minutos antes de rechear com a carne.) Aproveitei o forno para ao mesmo tempo assar abóbora cortada às fatias.
Enquanto isso, coloquei a demolhar um resto de tâmaras, passas e figos para fazer uma pasta (que gosto de usar para barrar em crepes e panquecas). E desfiei as sobras do frango do assado de domingo (para o jantar de quinta feira), que guardei numa tupperware no congelador.

Entretanto a carne à bolonhesa ficou pronta e recheie com ela os pimentos que retirei do forno. Cobri depois com um pouco de queijo, e tapei o pirex que guardei no frigorífico - na quarta feira bastará levar ao forno para gratinar. Com a restante carne picada, coloquei numa tupperware e congelei para uma refeição nas próximas semanas.

Aproveitei o forno ainda quente para tostar amêndoas para fazer manteiga de amêndoa.
Enquanto a abóbora acabava de assar fiz os crepes para o jantar de quarta feira (o recheio já tenho pronto e congelado, e bastará tirar de véspera para depois montar os crepes e levar ao forno).
Preparei os agriões, arranjando-os, lavando-os e secando-os e guardei na saldeira a vácuo própria.
Escorri as tâmaras, figos e passar e triturei de modo a formar uma pasta. Coloquei num frasco de vidro e guardei no frigorífico.

Com amêndoas já torradas e ligeiramente arrefecidas  - coloquei na bimby e fiz a manteiga de amêndoa que guardei também num frasco de vidro no frigorífico.
Com a abóbora já assada, juntei especiarias, mel e ovos e preparei o recheio de uma tarte, colocando a mistura num recipiente de vidro no frigorífico para fazer a tarte amanhã ou depois.

Para o jantar de segunda - o arroz de peixe - foi apenas necessário fazer um pequeno refogado, juntar o caldo de peixe, o arroz e o peixe desfiado e deixar cozinhar.
Na terça, basta montar e cozinhar as espetadas e acompanhar com o puré já feito.
Quarta ao almoço basta colocar o tabuleiro com os pimentos recheados no forno e acompanhar com a salda já pronta, e ao jantar montar os crepes - cujo recheio tenho de retirar do congelador de véspera.
Na quarta retiro também  o frango desfiado e preparo o tabuleiro de frango para o jantar de quinta (uma espécie de bacalhau com natas, versão frango), e na quinta tiro o peixe para “fritar” no forno na sexta para o jantar.

Entre tudo isto e arrumar a cozinha e lavar a louça, devo ter demorado cerca de 2h30.


E por aí? Já começaram com uma organização semelhante? 

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

79 dias para o Natal



Estamos a menos de 80 dias para o Natal. A minha contagem decrescente está a começar, e hoje é dia de fazer um ponto de situação!
Nos últimos anos confesso que me tenho “atrasado” um pouco mais do que queria com as minhas coisas de Natal. E acho que este ano vou pelo mesmo caminho.
Para já, em relação aos cabazes de Natal, tenho já feitas as marmeladas, geleia de marmelo, compota de pêssegos aqui do jardim, e também compota de tomate ananás. Espero a abóbora para a compota preferida de todos.
Depois é o habitual: bolachinhas e alguns outro mimos, mas este ano queria algo de novo, que ainda não sei bem o que é. A minha parte de pesquisas e de procura ainda não começou a sério.

Na garagem estão algumas caixas de madeira - daquelas que trazem 2 kg de morangos - para pintar de branco para colocar alguns dos cabazes. A ver se é este fim de semana que trato disso.

Tenho algumas receitas compiladas para fazer - de bolacha, granolas s e docinhos, principalmente retiradas do livro “Presentes com um sabor Especial”. E já tenho um armário cheio de frascos vazios. 

Tenho de ir encomendar quanto antes os meus saquinhos de celofane à Coimpack (em Taveiro, Coimbra), que o ano passado esgotei tudo o que tinha cá por casa. Ainda tenho algumas fitas, mas mesmo assim, há que começar a ir à Flying Tiger e ao Chinês aqui perto de casa, para começar a ver o que posso mesmo aproveitar! E sei que este ano o Lidl vai ter coisas muito giras para o Natal, e está a parecer-me que tenho de ir fazer uma espera à porta da loja!

Ainda não pensei como é que vou fazer em relação às estiquetas deste ano, mas estou tentada a repetir o método do ano passado: ou seja de as editar e mandar imprimi numa loja da especialidade. Ficaram maravilhosas e muito em conta, face à quantidade!

Quanto a prendas é que a coisa este ano está mal... Ainda não tenho quase nenhum prenda comprada, e nem sequer tenho ideias... Para os miúdos a coisa arranja-se mais facilmente (Não sei se sabem que o Jumbo tem já alguns brinquedos com descontos imediatos até 70% - tenho de passar por lá!) e vão havendo sempre boas promoções de livros para os miúdos nas diversas livrarias e online, mas gosto sempre de oferecer coisas diferentes do que brinquedos ou roupa, mas depende sempre do que vou encontrando. Para os adultos é que este ano não tive ainda nenhum ideia “genial” e diferente. Tenho de me dedicar a lojas no facebook ou online com artigos diferentes.

Quanto aos postais de Natal. Nos últimos anos temos enviado sempre postais com uma foto nossa (muito americano, eu sei!) e este ano não queria mudar isso. Mas vou ter de esperar por decorar a casa de natal para tirar a foto “perfeita”. Depois é mandar fazer os postais - normalmente no mesmo local onde mando imprimir as minhas etiquetas - e de escrever as mensagens de boas festas!

Como estão a ver. parece que falta muito tempo, mas a lista de coisas a fazer é muito extensa. Sugestões aceitam-se!


E por aí, como estamos?

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

DiY: Mesa de Apoio


Ainda dos último DIY aqui de casa. 
Uma mesa que já esteve à porta de casa para ir para o lixo, mais do que uma vez. Finalmente resolvi dar-lhe uma oportunidade.
A mesa foi mais uma daquelas coisas que veio da casa dos avós há mais de dois anos, quando tivemos que esvaziar a casa. Veio sem destino, e porque tinha um design giro e retro, mas sem sabermos ao certo se a iríamos utilizar ou não.

Depois de já estarmos a morar aqui em casa, já esteve no sotão e, desde que descobri que tinah bicho, foi para a garagem, e esteve mas do que uma vez para ir fora.
No entanto continuava a necessitar de uma mesa de apoio para o meu sotão, e voltei a olhar apra ela. Acho que o principal motivo pelo qual não o fazia era exatamente porque era uma peça que ia necessitar de algum trabalho... Mas resolvi dar-lhe uma hipótese.
Num tarde de sol, em que tanto eu como o Miguel estávamos de volta de pequenas bricolages, resolvi finalmente dar uma nova vida à mesa. 



Primeiro tive de lhe retirar toda uma espécie de papel autocolante que tinha sobre o tampo.
Depois foi preciso lixar toda a mesa e as pernas (onde o bicho tinha atacado). E dar finalmente um tratamento ao bicho com Cuprinol, de pincel em riste, de modo a que ficasse bem impregrando em toda a madeira e dentro de cada buraquinho.

Só depois desse “tratamento de choque”, e de estar bem seco, é que comecei a pintar, com tinta branca mate (usei uma marca branca do Leroy Merlin). No total foram 3 demão, cada uma aplicada depois da outra estar seca.






Só depois de ter a mesa pronta e pintada é que achei que ficava engraçado - para ficar com uma superfície lavável e com maior resistência  - aplicar qualquer outra coisa no tampo da mesa. E lembro-me de ter visto uma sugestão no pinterest ou no instagram de alguém que colocava papel autocolante. Usei um com efeito de mármore (com cinza muito clarinho), porque em principio será esse o tom do sofá que irá um dia destes - assim que o orçamento permitir - para o sótão.

No final a mesa ficou com um novo look, e pessoalmente acho que valeu a pena o trabalho que tive.
Mantém o aspeto vintage - principalmente dado pelas pernas - que eu tanto gosto, e acho que, quando toda a decoração do meu escritório do sotão estiver concluída (lá para 2025), ficará lindamente. Para além de ser, sempre uma recordação de casa dos meus avós.




(Espero não vos cansar com as ideias de DIY que se vão fazendo aqui por casa, mas são coisas tão simples, que eu acho que às vezes só necessitamos da dose certa de inspiração para “atacarmos” coisas mais antigas e a necessitar de remodelação que podemos ter lá por casa!)

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Festa no Jardim: Aniversário dos miúdos!


Mais um ano que passou, e mais uma vez em que aproveitamos para fazer a festa de aniversário dos miúdos em conjunto. O Zé Maria fez 4 anos na segunda feira passada. Teve direito a um bolo e  cantar os parabéns com os amigos da escola, e a um jantar cá em casa com os pais, avós, tios e primos direito. O António fez 2 anos no domingo, e acabamos a fazer um grande almoço para toda a família e os amigos mais chegados - e aproveitamos para, tal como o ano passado, juntar também a festa com “mais” uma festa para o Zé Maria. Sendo assim houve dois bolos, um para cada um!

A nossa família é grande. Ou melhor, a parte da família do Miguel é grande, uma vez que eu não tenho tios - os meus pais são ambos filhos únicos e não tenho obviamente primos direitos. No caso do Miguel tudo muda de figura: tem vários tios, primos direitos e respetivos. E depois os nossos amigos de coração, que são também a nossa família. E mesmo com aqueles que não puderam estar presentes, o número de pessoas cá em casa chegou a perto de 50: 37 adultos e 11 crianças.
O ano passado a opção foi fazer um lanche com jantar. Desta vez, e por ser a um domingo, e termos família e amigos de Santarém, Lisboa e Beja, optamos por um almoço, para que quem tivesse de sair mais cedo por causa da viagem até casa assim o pudesse fazer.

Como é habitual fui eu que preparei praticamente tudo. Tive ajuda nas sobremesas (a minha mãe, a minha sogra e as minhas cunhadas, cada um fizeram uma sobremesa). Tudo o resto foi preparado por mim, com o apoio incondicional do Miguel a lavar louça, limpar, arrumar e fazer alguma preparação.



Para entradas, preparei varias saladas frias, tábuas e queijo e enchidos. Pratos frios que se prepararam relativamente rápido.
Havia 1 bola de carnes, 1 quiche de atum e folhadinhos de salsicha mais a pensar nos miúdos. Salada de massa com tomate cereja e pesto, e outra salada de massa com cogumelos, tomate cereja, bacon e molho de mostarda e mel. Salada de feijão frade com atum, salada de grão e bacalhau com pimento e azeitonas pretas, salada de camarão com maçã verde e abacate e salada de alfaces com amêndoas, feta, passas e maçã. Nas entradas havia ainda um patê de atum, outro de delícias do mar e sapateira recheada, para além de pão, tostas e de 2 tábua de queijos, com queijo já partidos em pedaços, uvas, marmelada caseira e frutos secos, e 2 tábuas de enchidos, com presunto, salame e paiola e chutney caseiro de maçã e especiarias. (As tábua ficaram muito giras, mas não consegui tirar fotos!)

Depois das entradas, havia sopa de espargos e 4 pratos principais diferentes, obviamente servidos em buffet, para que cada um escolhesse o que mais gostasse: havia bacalhau com broa (2 tabuleiros grandes), lasanha de carne (2 tabuleiros grandes), caril de frango (2 frangos) com arroz thai e ainda uma pá de porco assada lentamente com pimentão fumado (tinha perto de 3 kg) que servi já desfiada e acompanhei com batata frita de pacote e salada de alfaces.


Para as sobremesas além de uma Bebinca preparada pela minha sogra, um cheesecake de limão da minha cunhada Rita, a mousse de chocolate do meu cunhado Luís e o arroz doce da minha mãe, fiz ainda natas do céu, baba de camelo, torta de laranja, pavlova com curd de limão, natas e morangos, tarte tatin de maçã, pudim de coco e uma tarte de chocolate e morangos. Havia ainda fruta preparada: ananás e mamão.

Finalmente dois bolos de aniversário, um para cada miúdo: de laranja e cenoura com recheio de lemon curd e cobertura de buttercream de queijo creme para o Zé Maria, e um bolo de chocolate com cobertura de chocolate para o António!
Não podemos substimar que eram muitas pessoas, que almoçaram e comeram pela tarde fora - as últimas pessoas saíra perto das 19h30. E na realidade não sobrou grande comida. Fiquei lasanha para o jantar de segunda feira e bacalhau para o jantar de terça e sopa. Sobrou ainda um bocadinho de salada de massa e de salada de feijão frade. Sobraram umas quantas fatias de enchidos, um pouco de bebinca, de cheesecake, de tarte tatin e de bebinca. Nada de especial!
É importante ter uma noção daquilo que as pessoas comem para não fazer a menos, mas também não sobrar em demasia ou andamos a comer sobras toda a semana.

Como me organizei? É claro que o planeamento e a organização são fundamentais para uma festa deste tamanho! Já tinha feito uma lista de tudo o que queria cozinhar e respectiva lista de compras. Fui às compras na sexta feira à tarde - e fui a 4 locais diferentes para comprar tudo o que gosto e aproveitar a melhor relação qualidade preço.

Organizei as compras e comecei a cozinhar sexta feira depois de jantar. Preparei as lasanhas (ficaram montadas e já com o molho bechamel, mas com a massa ainda por cozinhar), o bacalhau (ficou todo pronto e bastava apenas tostar e aquecer no forno), o caril de frango e temperei a pá de porco. O caril ficou pronto no frigorífico e o bacalhau e as lasanhas ficaram a penas por cozinhar/tostar no forno, coisa que fiz apenas no domingo antes de as pessoas chegarem. Mas ficou tudo devidamente acondicionado no frigorífico. 
No sábado de manhã preparei os folhados de salsicha, a bola de carnes, a quiche, a torta de laranja e fiz a tarte tatin. Como também tive o aniversário do filho de uns amigos, só voltei a cozinhar depois das 18h de sábado e aí preparei quase tudo o resto: preparei as saladas de grão de bico e feijão frade, que ficam ainda melhores preparadas de antecência, fiz os patês e a sapateira recheada que o meu querido marido fez o favor de arranjar e separar toda a carne..., fiz também as salada de massa e a sopa.

Cozinhei a pá de porco e a pavlova. Fiz o curd de limão e os bolos de aniversário e deixei-os a arrefecer para depois os montar.
Fiz ainda as natas do céu, a baba de camelo, o pudim de coco e preparei o buttercream para o bolo de aniversário.

E por fim, com ainda mais amor e carinho acabei os bolos de aniversários dos meus dois amores pequeninos. No total, foram cerca de 12 horas a cozinhar que reparti em 3 vezes, sendo que a maioria das coisas foram feitas sábado à noite, deixando apenas para domingo as coisas que são mais sensíveis como as frutas, saladas de folhas verdes e a montagem da pavlova.

No domingo de manhã já havia pouco a fazer: fazer a salada de feta, passas e maçã, o sumo de laranja natural, preparar as tábuas de queijos e enchidos e preparar a fruta e o molho das saladas.
E durante a manhã ainda foi necessário montar tudo no jardim!
Abençoado jardim! Seria muito mais complicado preparar uma festa com tanta gente e termos todos de ficar confinados a um espaço fechado! E o tempo ajudou que esteve amravilhoso!

Temos a sorte de ter um jardim muito simpático em termos de tamanho e com bastantes “cantinhos”. Acabamos por colocar uma mesa enorme debaixo na nossa pérgula (onde habitualmente fazemos as nossas refeições no jardim) e na extremidade dessa mesa longa a mesa dos bolos. Toalhas brancas, umas jarras com flores e suportes para guardanapos e foi essa mesa onde colocamos todas as entradas frias, e o pão.

Debaixo do telheiro onde temos a nossa churrasqueira, a máquina de lavar e o lava louças, ficou a zona de sujos, onde vinha parar toda a louça suja e que ia direto para a máquina. Em cima da banca estava ainda a placa de indução portátil, útil para aquecer o caril antes de ser servido, assim como a sopa.


Debaixo de um outro telheiro - o que nós chamamos o “lounge” e onde habitualmente temos os nossos sofás de paletes, colocamos uma outra mesa comprida, mais estreita. Foi nessa mesa que servimos os pratos quentes (pratos principais). Como num habitual buffet, na ponta da mesa estavam os pratos, talheres e guardanapos e ao longo do resto da mesa os pratos quentes - todos servidos ao mesmo tempo para que os convidados se servissem do que preferissem. (E devidamente identificados com etiquetas). Num dos lados do “lounge” estava uma estante metálica onde colocamos a “coffee station”, com máquina de café, cápsulas, chávenas e açúcar. Por baixo mais pratos, e os pratos e taça de sobremesa. Do outro lado uma mesa com uma tina metálica cheia de gelo onde estavam as bebidas frescas (no caso espumante, vinho verde, cerveja e coca-cola) e ao lado, na mesa, vinho tinto, água e o sumo de laranja natural. Ao lado no carrinho de chá os copos para o vinho, espumante e águas/sumos.
No relvado, em frente ao “lounge” colocamos a nossa mesa habitual de refeições (também com uma toalha branca) e foi onde mais tarde colocamos as sobremesas.



Ainda no relvado havia uma zona de “descanso”, com espreguiçadeiras, cadeiras e uma mesa de apoio, e mais ao fundo, no jardim, uma zona de brincar, com uma manta, brinquedos, a tenda e a casinha dos miúdos.

Uma das vantagens é ter imensa louça, copos e talheres que “herdei” dos meus avós e que estão normalmente arrumados nos armários na nossa lavandaria - que tem entrada/saída direta para o nosso jardim (uma vez que a cozinha e o andar social são no primeira andar da nossa casa). O facto de termos também uma máquina de louça na churrasqueira e de apoio ao jardim, permite que toda esta logistica e arrumação seja muito mais simples. Para quase 50 pessoas não precisei de trazer nada “de casa”, sendo que havia copos de vinho, flutes de espumante, copos de agua/sumo, pratos e talheres suficientes para todos. E portanto menos viagens a subir e descer escadas. (Quem me conhece sabe a minha aversão a servir seja o que for em coisas de plástico... e portanto nas festas cá de casa nem os copos são de plástico!) 


Para sentar as pessoas temos imensos bancos empilháveis, cadeiras de jardim e ainda dois bancos corridos que estavam escondidos debaixo da mesa que estava por baixo da pérgula, mas que depois facilmente colocamos a uso, assim que foi necessário.

A festa teve uma decoração muito simples e nada temática. Uma fitas de bandeirolas em plásticos  já usadas anteriormente, umas caixas azuis Às bolinhas que usei para colocar os guardanapos espalhados pelas mesas, toalhas brancas, jarras com vivaz na mesa principal e pouco mais. (Ainda comprei uns balões, mas já não os chegamos a encher!)





Eu sei que uma coisa que acaba sempre a preocupar as pessoas é o custo de uma festa deste tipo, e deixo aqui o que nós gastámos, apenas para terem uma ideia. No total, entre comida, bebidas, cafés, decoração, gastámos cerca de 200€ - sem incluir os gastos em eletricidade e o trabalho (e dedicação) de fazermos tudo isto. É por isso que é tão importante planear e fazer uma lista de compras. Se tiverem uma ideia de quanto as coisas custam, e onde podem aproveitar a melhor relação qualidade/preço e até promoções e descontos. Por isso fiz as compras de comida em 4 locais diferentes. Convém também dizer que a bebida mais consumida por aqui foi mesmo o espumante, e que fazemos essa compra diretamente na adega cooperativa (no caso a de Souselas) e a um preço excelente para a relação qualidade/preço. E todos esses  pormenores e planeamento são tão importantes como a decoração e organização da festa.





Isto é só para perceberem que é possível, preparar uma festa e receber em casa, de forma descontraída e de maneira a que todos passem um bom bocado. E há poucas fotografias exatamente por isso mesmo. Mais importante do que estar a tirar fotos a tudo é mesmo estar com as pessoas e desfrutar destes momentos com elas.
E basta planeamento e organização. E acima de tudo gosto por receber. E isto é valido tanto para uma festa de 50 pessoas, como para uma com 15.

Espero sinceramente que tenham achado toda esta explicação útil, principalmente se têm duvidas acerca da preparação de uma festa para mais pessoas do que aquelas a que estão habituados.